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JUSTIÇAEsjud abre inscrições para palestra sobre comunicação eficaz na Justiça

Escola do Judiciário do Acre abre inscrições para palestra com Veridiana Cavalheri, abordando comunicação, confiança e segurança psicológica, com vagas limitadas e certificação para LAR.

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A Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud) está com inscrições abertas para a palestra “Quando a Comunicação Funciona, a Justiça Avança: a Sintonia que Gera Resultados”. O evento será realizado em duas cidades do estado e tem como foco o desenvolvimento de habilidades comunicacionais no ambiente institucional.

A programação inclui discussões sobre a gestão da confiança, a transparência nas relações de trabalho e o enfrentamento do receio de cometer erros ou de expressar opiniões. O conteúdo será apresentado por Veridiana Cavalheri, profissional com atuação como treinadora e mentora de líderes e empresários, além de especialista em inteligência comportamental.

Cavalheri é fundadora da Virtù Educação e idealizadora do programa Ponto Zero. A palestrante trabalha temas como comunicação, liderança e segurança psicológica, que serão explorados durante a atividade. As vagas são limitadas, e a orientação da Esjud é para que os interessados realizem a inscrição com antecedência, por meio do Calendário de Inscrição disponível no site da instituição.

A capacitação terá carga horária de duas horas-aula e será realizada em Cruzeiro do Sul no dia 17 de agosto, das 8h às 10h, na Cidade da Justiça. Em Rio Branco, o evento está marcado para o dia 18 de agosto, das 9h às 11h, no Auditório da Esjud. A participação no evento também conta pontos para a concessão da Licença Compensatória por alcance de resultados (LAR) do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC).

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O objetivo principal é estimular o aprimoramento de competências que contribuam para uma cultura organizacional fundamentada no respeito, no diálogo e na transparência. A comunicação assertiva é apresentada como ferramenta estratégica para engajar servidores, promover responsabilidade compartilhada e alinhar esforços em torno de metas comuns. A segurança psicológica, por sua vez, é tratada como um pilar para a criação de ambientes de trabalho mais colaborativos e orientados a resultados.

Fonte: TJ Acre

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