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LIBERDADE!

Direita brasileira celebra captura de Maduro e prevê efeito cascata na região

Lideranças conservadoras exaltam precisão de Trump e Marco Rubio e alertam: “Acabou o tempo de passar pano para ditadores”
Eduardo Bolsonaro e Nikolas Ferreira celebram a ruptura do regime ditatorial da Venezuela. Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados/Vinicius Loures/Câmara dos Deputados.

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🌊 A onda de liberdade que varreu Caracas neste fim de semana ecoou com força total no Congresso Nacional e nas redes sociais das principais lideranças conservadoras do Brasil. Enquanto a esquerda lulopetista se recolhe em notas de lamento e “preocupação”, os representantes da direita brasileira foram unânimes: a captura de Nicolás Maduro é a maior vitória da democracia no século XXI. Para analistas e parlamentares, a operação cirúrgica dos EUA não foi apenas um ato de justiça contra um narcoterrorista, mas a prova de que a impunidade tem limites.

Repercussão na Bancada Federal e Lideranças Estaduais

O sentimento de “justiça feita” dominou as declarações dos principais nomes do campo conservador:

  • Eduardo Bolsonaro (Deputado Federal cassado): Celebrou com um entusiasta “Viva a liberdade!”, ressaltando que o regime esquerdista finalmente caiu e que o apoio de Trump foi decisivo para libertar o povo vizinho.
  • Nikolas Ferreira (Deputado Federal): Ironizou o início do ano político, afirmando que 2026 começou “com os dois pés na porta”, celebrando a eficácia da ação americana.
  • Michelle Bolsonaro: Replicou mensagens de apoio à libertação do povo venezuelano, destacando o papel da fé e da coragem na resistência contra tiranos.
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Consolidação Geopolítica: O fim do “Modelo” da Esquerda

Para analistas conservadores, o impacto vai muito além da fronteira venezuelana. A captura de Maduro desestabiliza o Foro de São Paulo, retirando seu pilar financeiro e logístico. O deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança foi enfático ao afirmar que Maduro termina como todos os tiranos: “Desacreditado, isolado e preso”. Segundo ele, este é o fim do modelo de ruína e exílio que a esquerda brasileira tanto admira.

A avaliação geral é de que a mudança geopolítica está consolidada. Com Trump nos EUA, Milei na Argentina e o enfraquecimento das ditaduras vizinhas, o Brasil caminha para um isolamento da sua própria esquerda extremista. O deputado Osmar Terra previu que “nada será como antes nas Américas” e que os demais tiranos da região devem agora “colocar as barbas de molho”, prevendo que o debate sobre liberdade de expressão e democracia ganhará novos contornos, inclusive em solo brasileiro.

🛡️ Para a direita brasileira, 3 de janeiro de 2026 é o novo “Dia da Independência” da América do Sul. A ação militar americana, descrita como eficiente e sem vítimas civis, provou que o crime organizado transnacional — disfarçado de governo — pode e deve ser combatido. O recado de Washington foi recebido em Brasília com clareza: o tempo das honrarias a opressores acabou.

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Redação | Portal Acre Conservador
*Reportagem produzida com auxílio de IA

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