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ESTRATÉGIAS ELEITORAISFlávio Bolsonaro questiona pesquisa Quaest; PT comemora e planeja estratégia

Equipe de Flávio Bolsonaro contesta levantamento da Quaest, enquanto petistas veem consolidação de Lula e preparam ofensiva.

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A pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) recebeu com ceticismo os números divulgados pela pesquisa Quaest sobre a corrida presidencial, publicada nesta quarta-feira (15). Nos bastidores, assessores afirmam não dar crédito aos resultados apresentados pelo instituto.

A equipe do senador se reuniu para examinar os dados e fez paralelos com levantamentos da Quaest durante a eleição de 2022, quando Jair Bolsonaro disputava a Presidência com Lula. Segundo fontes próximas, foi montada uma planilha confrontando os números de julho daquele ano com o resultado eleitoral, projetando o cenário para 2026. Reservadamente, integrantes da campanha de Flávio destacam que, em sua avaliação, as pesquisas de 2022 divergiram do desfecho das urnas e acreditam que o mesmo pode se repetir agora.

A percepção interna é que os números da Quaest não condizem apenas com os trackings do PL, mas também com sondagens de outros institutos divulgadas recentemente, que indicam empate técnico dentro da margem de erro. O entendimento é de que o levantamento está incorreto.

Já no círculo do presidente Lula, a interpretação é completamente diferente. Assessores da pré-campanha petista avaliam que a pesquisa reforça o bom desempenho do presidente e mostra um enfraquecimento da candidatura de Flávio. Integrantes da campanha apontam que medidas econômicas como a isenção do Imposto de Renda e o programa Desenrola 2.0 tiveram impacto direto nas famílias. Também consideram que a defesa da soberania nacional em temas como as tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil e a atuação internacional de Flávio continuam tendo boa repercussão.

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Uma fonte ligada à campanha petista resumiu o cenário como uma perda de credibilidade de Flávio Bolsonaro. “Ele mente, volta atrás, conta várias versões para a mesma história”, afirmou. Segundo auxiliares do PT, a estratégia da campanha seguirá focada em explorar exatamente isso, o que classificam como “contradições de Flávio”.

Fonte: Jovem Pan

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