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JUSTIÇAEsjud debate acessibilidade no Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência

Encontro na Escola do Poder Judiciário do Acre apresentou diagnóstico arquitetônico para embasar projeto de identificação visual e acessibilidade, com participação de servidores e do desembargador Luís Camolez.

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No Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro, profissionais da Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud) e de diversos setores do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) reuniram-se para discutir acessibilidade. O evento teve como propósito debater a importância da inclusão, do respeito e da equidade na instituição. O diretor do órgão de ensino, desembargador Luís Camolez, participou do encontro e ressaltou a relevância da iniciativa.

Durante a reunião, Camolez destacou que a maior preocupação deve ser se os espaços são inclusivos e acolhedores para as pessoas que os visitam, e não apenas se são esteticamente agradáveis. Ele citou exemplos de outras instituições que avançaram na acessibilidade, como o Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC), e incentivou os servidores a estimularem a criatividade e o conceito sobre a temática.

A analista judiciária Letícia Medeiros conduziu uma apresentação sobre as condições estruturais e arquitetônicas atuais da Esjud. Segundo ela, o diagnóstico foi elaborado para subsidiar tecnicamente o Projeto de Identificação Visual e Acessibilidade da Escola. A avaliação abrangeu circulação e rotas acessíveis, portas e passagens, sinalização e comunicação espacial, sanitários, mobiliário, auditório e áreas de permanência.

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Medeiros explicou que o objetivo é identificar barreiras arquitetônicas, avaliar as condições de acessibilidade existentes, verificar a conformidade normativa e orientar futuras adequações arquitetônicas e de sinalização acessível. A partir de agora, serão definidas diretrizes para adequação em curto, médio e longo prazos, visando implementar melhorias que tornem a Esjud um espaço cada vez mais acolhedor, acessível e humano.

Fonte: TJ Acre

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