A QUEDA DAS MÁSCARAS NO QUARTO PODER
🚨 Durante anos, o Portal Acre Conservador e vozes da direita alertaram: o STF estava se transformando em um poder absoluto, sem freios nem contrapesos. Naquela época, a grande mídia — personificada por grupos como Globo, Folha e Estadão — rotulava qualquer crítica como “ataque às instituições”. Hoje, o cenário mudou. Pressionada pela perda de credibilidade e por escândalos que não podem mais ser varridos para debaixo do tapete, a mesma imprensa que ajudou a criar o “monstro” agora tenta se distanciar dele.
- Estadão: “investigação contra ministros já!“
Em editorial publicado nesta semana (7 de abril de 2026), o jornal O Estado de S. Paulo abandonou a cautela e exigiu que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, apure as ligações de ministros com o Banco Master. O jornal classifica como “estranhíssimo” o silêncio do MPF diante de evidências de voos privados e benefícios recebidos por magistrados de quem tem interesses diretos na Corte.
A crítica: O jornal que antes via “autocontenção” agora vê “deterioração institucional“. Em editoriais recentes, o Estadão lista ilegalidades claras no Inquérito das Fake News, chamando-o de “perene” e “sem espaço em uma democracia plena“.
- Folha de S.Paulo e o fim da censura
A Folha, que por muito tempo endossou o combate à desinformação como pretexto para calar vozes conservadoras, mudou o tom. Em editorial intitulado “Censura promovida por Moraes tem que acabar“, o jornal afirma categoricamente:
Violação constitucional: Impedir cidadãos de se expressarem em redes sociais através de “ordens secretas” viola o artigo 5º da Constituição Federal.
Censura prévia: O jornal agora reconhece que o STF reinstituiu a censura prévia no Brasil, algo que juristas conservadores denunciam desde 2019.
- As evidências do abuso: o que é imoral e ilegal?
Com base nos editoriais mencionados e na realidade jurídica atual, as evidências de descumprimento do pacto constitucional são inegáveis:
O inquérito do fim do mundo: O inquérito 4.781 (Fake News) completa seis anos sem objeto definido, onde o STF é, simultaneamente, vítima, investigador, acusador e julgador — uma aberração jurídica que ignora o sistema acusatório.
Prisões políticas: Condenações baseadas em “crimes multitudinários” e transferências de Pix de valores ínfimos (R$ 500) sendo tratadas como “tentativa de golpe” para justificar penas de 14 anos, enquanto grandes esquemas de corrupção são anulados por questões processuais ínfimas.
Promiscuidade com o setor privado: A “Conexão Masterfly”, com ministros voando em jatos de banqueiros investigados, fere a Lei Orgânica da Magistratura (Loman) e a moralidade administrativa prevista no art. 37 da Constituição.
O medo de ser o próximo?
Para o Portal Acre Conservador, a mudança de postura da mídia nacional não é fruto de um repentino amor pela liberdade, mas de puro instinto de sobrevivência. Ao perceberem que o “tribunal de exceção” que criaram para destruir o bolsonarismo agora ameaça o próprio direito de informar e a estabilidade econômica, os barões da imprensa resolveram gritar. O Acre já sabia; agora o Brasil inteiro vê: o guardião da Constituição tornou-se seu maior algoz. 🛡️⚖️🇧🇷
Redação Portal Acre Conservador
*Baseado em editoriais do Estadão (abril/2026), Folha de S.Paulo e levantamentos da Revista Oeste.




























