O presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Laudivon Nogueira, participou na noite de sexta-feira, 28, da cerimônia de entrega de carteiras da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB-AC) a 50 novos profissionais. O evento ocorreu em Rio Branco e marcou o ingresso formal desses advogados no exercício da profissão, que exige o registro para atuação legal no país.
Durante a solenidade, os novos advogados e advogadas fizeram o compromisso de exercer a advocacia com dignidade, ética e independência, além de defender a Constituição e os direitos humanos. Com a carteira, eles passam a ter legitimidade para assinar petições, celebrar contratos, abrir escritórios e atuar em processos judiciais, conforme prevê a legislação brasileira.
Em seu discurso, o desembargador Laudivon Nogueira ressaltou a importância da advocacia no Sistema de Justiça e na defesa da população, destacando que muitos cidadãos recorrem aos advogados em busca de soluções para conflitos ou garantia de direitos. “O advogado é a primeira pessoa a ouvir aquele que clama por justiça”, afirmou. Ele ainda incentivou os novos profissionais a se dedicarem ao estudo e ao trabalho diário para obter êxito na carreira.
O presidente do TJAC também mencionou a contribuição do Tribunal na formação de estudantes de direito por meio de programas de estágio. Segundo ele, muitos dos novos advogados já passaram pelo Poder Judiciário, o que permitiu conhecer o funcionamento do sistema jurídico. “Nós auxiliamos e incentivamos o despertar de talentos”, declarou Nogueira.
Antes de seu pronunciamento, o presidente da OAB-AC, Rodrigo Aiache, pediu um minuto de silêncio em homenagem ao defensor público Cássio de Holanda Tavares, falecido em 27 de junho, aos 49 anos. Aiache lembrou a trajetória do defensor e sua atuação em defesa dos direitos humanos. Em seguida, parabenizou os novos advogados e destacou três características essenciais para a carreira: humildade, coragem e resiliência, além da importância de cultivar sensibilidade para compreender as particularidades de cada caso.
Fonte: TJ Acre



























