Em evento partidário realizado neste sábado (1º de agosto) em Santa Catarina, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, fez duras críticas ao atual governo. Ele se referiu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva como um “projeto de ditador” e afirmou que sua eventual vitória nas eleições de outubro significaria a “demissão” do petista do cargo.
Durante seu discurso, Flávio tentou mobilizar os eleitores a votarem nele, argumentando que, caso contrário, o país poderia enfrentar consequências graves. “Quero dizer a todos, até aqueles que não gostam do Flávio, votem no Flávio porque senão nem isso vocês vão conseguir com mais um governo dessa quadrilha que tomou conta do nosso país”, declarou.
O candidato também voltou a atacar o Supremo Tribunal Federal (STF), mencionando supostos poderes excessivos dos ministros. Segundo ele, “um único ministro do Supremo pode liberar as drogas, liberar o aborto, interferir em uma grande obra em Santa Catarina, pode até condenar inocentes”. Nesse contexto, destacou que o próximo presidente terá a responsabilidade de indicar quatro novos nomes para a corte, e alertou para o risco de que essas indicações perpetuem a atual composição.
“Imaginem mais um governo como o que temos hoje indicando quatro Alexandres de Moraes para o Supremo”, afirmou, referindo-se ao ministro Alexandre de Moraes, alvo constante de críticas por parte da oposição.
A convenção do PL também oficializou as candidaturas de familiares do senador. Seu irmão, o ex-vereador Carlos Bolsonaro, disputará uma vaga no Senado, enquanto o vereador de Balneário Camboriú, Jair Renan, concorrerá à Câmara dos Deputados. O evento marcou o início de uma agenda de compromissos que Flávio cumprirá no fim de semana, visitando convenções que lançarão outros membros da família Bolsonaro para cargos legislativos.
Fonte: Poder360




























