A mais recente sondagem realizada pelo Instituto Ipsos-Ipec, divulgada nesta quarta-feira (16), revela que a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcançou 33% de aprovação, considerada ótima ou boa. Esse percentual representa um acréscimo de um ponto percentual em relação ao levantamento anterior, realizado em junho.
De acordo com os dados, a parcela de entrevistados que classifica o governo como regular caiu para 23%, ante 28% na pesquisa anterior. Já a avaliação negativa, que engloba as opções ruim e péssimo, saltou para 43%, enquanto em junho era de 28%.
O estudo ouviu presencialmente 2 mil pessoas em 130 municípios brasileiros, entre os dias 9 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Quando questionados especificamente sobre a maneira como Lula conduz seu trabalho, e não sobre a gestão como um todo, 42% dos eleitores afirmaram aprovar o desempenho do presidente, uma ligeira queda em relação aos 44% registrados anteriormente. Por outro lado, 53% declararam desaprovar a atuação do petista, contra 50% na rodada passada. Outros 5% não souberam ou não quiseram responder, ante 6%.
A confiança no presidente também foi medida: 40% dos entrevistados disseram confiar em Lula, percentual um pouco inferior aos 41% anteriores, enquanto 57% afirmaram não confiar, mesmo índice da pesquisa anterior. Apenas 3% não souberam ou não responderam, mantendo o patamar de junho.
Sobre as expectativas em relação ao governo, 24% consideram a gestão melhor do que esperavam, contra 23% na medição anterior. Já 45% avaliam que o governo está pior do que imaginavam, um aumento em relação aos 42% precedentes. Para 28% dos entrevistados, a administração corresponde às expectativas, enquanto antes esse percentual era de 32%. Os que não souberam ou não responderam somam 3%, mesmo índice anterior.
No que se refere à economia, 25% dos eleitores percebem melhora na situação econômica, um avanço em relação aos 23% anteriores. Para 45%, a situação piorou, contra 41% na pesquisa anterior. A parcela que avalia a economia como igual às expectativas passou de 30% para 29%. Não souberam ou não responderam 3%, ante 4%.
Quando o tema é o futuro, a percepção é mais otimista: 42% dos brasileiros esperam melhora da situação econômica nos próximos seis meses, um aumento significativo em relação aos 36% anteriores. Os que preveem piora caíram de 32% para 25%. Já os que esperam estabilidade passaram de 25% para 24%. Não souberam ou não responderam 8%, contra 7% na rodada anterior.
Fonte: Brasil 247






























