O setor de serviços do Acre apresentou uma retração de 4,9% no volume em julho, na comparação com o mês anterior. O dado, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), coloca o estado na segunda posição entre as maiores quedas do país no período.
O desempenho negativo de julho veio após dois meses consecutivos de crescimento. Em maio, o volume de serviços no estado havia subido 11,2%, e em junho, avançado 3,1%. Com o recuo do mês passado, o acumulado de janeiro a julho ficou em 1,5%.
Enquanto o volume recuou 4,9% na comparação mensal, a receita nominal do setor caiu 4,6% no mesmo intervalo. Já no confronto com julho de 2025, a receita cresceu 8,9%. No acumulado do ano até julho, a receita nominal acumula alta de 9,3%, e em 12 meses o avanço é de 8,6%.
No cenário nacional, o volume de serviços permaneceu estável em julho, com variação nula frente a junho. Na comparação anual, houve crescimento de 0,9%, e o acumulado de janeiro a julho ficou em 1,9%.
Entre os estados da Região Norte, Rondônia registrou a maior queda, com -5,4%. O Acre aparece em seguida, com -4,9%, depois Tocantins (-1,1%), Amapá (-0,6%) e Roraima (-0,3%). Na contramão, Pará e Amazonas cresceram 3,2% e 6,0%, respectivamente.
No ranking nacional, Rondônia também lidera as perdas no volume de serviços, seguido pelo Acre. Completam a lista das maiores retrações Goiás (-1,9%), Mato Grosso do Sul (-1,9%), Alagoas (-3,2%) e Mato Grosso (-3,3%).
Confira o ranking completo do volume de serviços por estado:
- Amazonas — 6,0%
- Espírito Santo — 4,3%
- Rio Grande do Norte — 3,9%
- Pará — 3,2%
- Bahia — 3,2%
- Maranhão — 3,2%
- Rio Grande do Sul — 3,0%
- Piauí — 2,9%
- Paraná — 1,9%
- Paraíba — 1,3%
- Minas Gerais — 1,0%
- Ceará — 0,7%
- Pernambuco — 0,3%
- Roraima — -0,3%
- Distrito Federal — -0,3%
- Amapá — -0,6%
- Sergipe — -0,6%
- Rio de Janeiro — -0,7%
- São Paulo — -0,8%
- Santa Catarina — -0,9%
- Tocantins — -1,1%
- Goiás — -1,9%
- Mato Grosso do Sul — -1,9%
- Alagoas — -3,2%
- Mato Grosso — -3,3%
- Acre — -4,9%
- Rondônia — -5,4%
Fonte: A Gazeta do Acre




























