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JUSTIÇAMagistratura acreana conclui mais um ciclo de formação no sistema eproc

TJAC encerra capacitação sobre eproc para juízes e equipes, como parte da política de formação continuada da instituição.

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O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) encerrou, na tarde desta quinta-feira (27), mais uma etapa de treinamento das magistradas e dos magistrados atuantes na capital e no interior do estado sobre o eproc, plataforma responsável pela tramitação processual eletrônica. A ação foi executada pela Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud) e faz parte do plano permanente de qualificação da corte, com o objetivo de ampliar o domínio da ferramenta e aperfeiçoar o desempenho profissional.

As atividades tiveram início na segunda-feira (24) e seguiram durante toda a semana, sendo destinadas exclusivamente às juízas e aos juízes, bem como às suas respectivas equipes. Devido ao número expressivo de inscritos, a organização dividiu os participantes em duas turmas, o que permitiu um ambiente mais propício para a troca de experiências e para o aprofundamento dos conteúdos abordados. A capacitação foi conduzida por dois magistrados oriundos do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS).

A qualificação continuada é uma das estratégias adotadas pelo TJAC para assegurar uma transição suave para o novo sistema, sem que isso represente queda na produtividade ou prejuízo aos indicadores da instituição. Além disso, a medida visa prevenir sobrecarga nas unidades judiciais e minimizar impactos sobre a qualidade de vida e o bem-estar dos servidores. Atualmente, todo o primeiro grau de jurisdição do estado já opera com o eproc.

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O presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, ressaltou as potencialidades do eproc e afirmou que o uso adequado das funcionalidades disponíveis pode gerar transformações no serviço prestado à população. Ele destacou que os treinamentos são essenciais para que magistrados e equipes explorem ao máximo as possibilidades oferecidas pela plataforma. Segundo o desembargador, a implementação plena do sistema deve trazer melhorias para a rotina do tribunal, alinhadas ao princípio da atual gestão de “ganha, ganha, ganha”.

O chefe do Judiciário acreano explicou que o modelo beneficia todos os envolvidos na prestação jurisdicional: “Ganha os magistrados e servidores, ganha a instituição e ganha o cidadão”. A juíza Taíse Velasquez, que ministrou o curso ao lado do juiz André Tesheiner, informou que o ciclo apresentou opções de personalização do eproc e demonstrou como esses recursos podem contribuir para otimizar o cotidiano das unidades. Ela destacou que a aplicação correta das ferramentas possibilita maior agilidade e menor desgaste físico e mental.

A juíza da 1ª Vara Criminal de Cruzeiro do Sul, Gláucia Gomes, avaliou de maneira positiva a iniciativa do TJAC em manter treinamentos contínuos sobre o eproc. Ela enfatizou que a participação de magistrados experientes no sistema favorece a ampliação do conhecimento técnico e a troca de experiências entre profissionais das áreas cível e criminal. Para ela, esse processo tende a acelerar a tramitação processual, reduzir gargalos burocráticos e tecnológicos e melhorar a rotina das unidades, com maior foco em eficiência e qualidade.

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Gláucia também ressaltou que o eproc é mais do que uma simples atualização tecnológica, pois pode promover alterações significativas no funcionamento do Judiciário acreano e proporcionar respostas mais rápidas à sociedade. “É um sistema que veio para trazer inovações, que vai facilitar e nos dar qualidade de vida com menos cliques. Portanto, mais qualidade de vida, menos processo e um jurisdicionado mais satisfeito”, concluiu.

Fonte: TJ Acre

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