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🚨 SOBERANIA DO CRIME

Criminosos do CV receberam treinamento de guerra na Ucrânia

Investigações da Polícia Civil apontam que integrantes da facção teriam participado de “intercâmbio militar” em zona de conflito.
CV manda traficantes para receber treinamento na Ucrânia. Foto: Reprodução/G1.

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a participação de integrantes do Comando Vermelho (CV) em treinamentos de guerra na Ucrânia, com o objetivo de adquirir conhecimento militar e tático para enfrentar as forças de segurança brasileiras. A suspeita acende um alerta sobre o avanço da internacionalização do crime organizado, que agora busca no exterior o aprendizado de técnicas usadas em zonas de conflito.

Segundo a Subsecretaria de Inteligência da Polícia Civil, um dos principais investigados é Philippe Marques Pinto, de 29 anos, apontado como membro do CV. Ele teria realizado três viagens à Europa entre 2023 e 2025, sendo a mais recente em setembro deste ano. As autoridades apuram se o destino final foi a Ucrânia, onde o suspeito pode ter atuado como “voluntário” em grupos armados locais, aproveitando o ambiente de guerra para obter treinamento tático e manejo avançado de armamentos.

A investigação começou após a circulação de um vídeo em que o brasileiro aparece empunhando um fuzil AK-47, arma típica de zonas de combate, e fazendo referências diretas à facção carioca. O material foi periciado e anexado ao inquérito conduzido pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), que busca identificar outros possíveis membros envolvidos no mesmo esquema.

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👁️‍🗨️ Para os investigadores, há indícios de que criminosos estejam promovendo um “intercâmbio do crime”, aprendendo técnicas de guerrilha, estratégias urbanas e táticas de combate que, de volta ao Brasil, podem ser aplicadas contra forças policiais e grupos rivais em favelas do Rio.

A hipótese levanta grave preocupação sobre a profissionalização do crime organizado, que passa a operar com conhecimento técnico de guerra — algo que se aproxima perigosamente do conceito de narcoterrorismo. Caso seja comprovada a presença de brasileiros ligados a facções em campos de treinamento no leste europeu, o caso deve envolver cooperação internacional com órgãos de segurança europeus e a Interpol.

As investigações também buscam rastrear rotas de financiamento e apoio logístico que teriam viabilizado as viagens, além de identificar possíveis conexões externas. O inquérito segue sob sigilo.

⚠️ O governo do Rio informou que acompanha o caso e reforçou a importância da integração entre setores de inteligência do Brasil e do exterior para conter a expansão das facções. No entanto, analistas apontam que o enfraquecimento das forças de segurança e o discurso leniente do governo federal diante da criminalidade têm criado um ambiente favorável à ousadia das facções, que se sentem cada vez mais protegidas e politicamente blindadas.

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🔎 O episódio revela mais uma faceta do modus operandi do regime lulopetista, que tenta desmobilizar o combate ao crime e rotular operações legítimas como “matanças”, enquanto o narcotráfico se articula com métodos de guerra e expande seu poder territorial e financeiro.

O caso do Comando Vermelho expõe o risco concreto de o Brasil ver nascer uma estrutura de narcoterrorismo em solo nacional — consequência direta de uma política ideológica que relativiza o crime e enfraquece o Estado de Direito.

Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações da Danúzio News / Metrópoles / G1

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