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JUSTIÇAVara de Porto Acre destina penas pecuniárias a projeto de jiu-jitsu para crianças e adolescentes

A Vara Única de Porto Acre destinou recursos de penas pecuniárias ao projeto Força e Honra, da Polícia Militar, que oferece aulas de jiu-jitsu a crianças e adolescentes. O repasse permitiu a compra de quimonos e tatames.

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A Vara Única da comarca de Porto Acre autorizou o repasse de recursos provenientes de penas pecuniárias para o projeto Força e Honra, desenvolvido pela Polícia Militar do Acre (PMAC). A iniciativa atende crianças e adolescentes com aulas de jiu-jitsu. A decisão foi assinada pela juíza Bruna Perazzo, titular da comarca.

Segundo informações da assessoria da PMAC, os valores possibilitaram a aquisição de quimonos para os participantes e de tatames para a prática da modalidade. A medida faz parte de uma estratégia do Sistema de Justiça de aproximação com a comunidade local e de oferecimento de atividades esportivas como instrumento educativo e de proteção social.

Durante meses, os alunos aprenderam técnicas da arte marcial e valores como disciplina, respeito, responsabilidade, autocontrole, perseverança e espírito de equipe. A cerimônia de graduação dos novos atletas foi realizada na tarde da última quinta-feira, 28, no quartel da Polícia Militar em Porto Acre, com a presença dos juízes Bruna Perazzo e Ricardo Freire.

Na solenidade, a magistrada parabenizou os jovens pela conquista e ressaltou a função das penas pecuniárias no apoio a projetos sociais. “Quando destinados de forma adequada, retornam à sociedade em forma de oportunidades, equipamentos, projetos e ações que contribuam para a educação, a proteção e a inclusão social”, declarou.

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Bruna Perazzo também comentou o impacto do esporte no desenvolvimento infantojuvenil. “Oferece um ambiente seguro, de convivência e aprendizado, onde eles podem crescer com referências positivas e novas perspectivas para o futuro, funcionando como uma forma de prevenção. Investir nos jovens é investir na transformação social e na construção de uma sociedade mais segura e inclusiva”, concluiu.

Fonte: TJ Acre

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