O que muitos temiam está se tornando uma estratégia oficial de governo. Em declarações recentes durante sua viagem à Índia, e repercutidas amplamente pela Folha de S.Paulo, Luiz Inácio Lula da Silva revelou sua intenção de realizar operações da Polícia Federal nos Estados Unidos para prender brasileiros que lá residem.
A retórica utilizada é a de combate aos “magnatas da corrupção” e ao crime organizado, mas o pano de fundo é a captura daqueles que o regime classifica como “criminosos antidemocráticos” — patriotas que se viram obrigados a deixar o Brasil para escapar de prisões preventivas sem prazo e condenações que atropelam o devido processo legal.
O “Modelo Venezuela” de Perseguição
A motivação de Lula teria sido “impulsionada” por ações recentes na Venezuela. Ao observar como regimes autoritários vizinhos utilizam a força policial para neutralizar opositores além de suas fronteiras, o governo brasileiro agora busca estabelecer convênios e parcerias com o governo de Donald Trump — com quem Lula terá uma reunião em março — para viabilizar essas prisões.
“Eu não quero recebê-los, eu quero prendê-los”, disparou o petista em Nova Déli, referindo-se aos alvos brasileiros no exterior.
Quem são os principais alvos?
Embora o discurso oficial fale em “narcotráfico” e “lavagem de dinheiro”, a lista prioritária de interesse do governo e do ministro Alexandre de Moraes inclui:
- Exilados do 8 de Janeiro: Patriotas que cruzaram fronteiras, muitas vezes a pé por países como Argentina, para buscar asilo político em solo americano.
- Influenciadores e Jornalistas: Aqueles que utilizam a liberdade de expressão garantida pela Primeira Emenda americana para denunciar as arbitrariedades do sistema judiciário brasileiro.
- Empresários e Investidores: Denominados pejorativamente por Lula como “magnatas que moram em coberturas”, que tiveram suas contas bloqueadas e propriedades ameaçadas no Brasil.
A Estratégia do Regime: O Uso da Interpol e Extradições
Para viabilizar essa caçada, o governo Lula conta com:
- Rede Interpol: A eleição do delegado da PF, Valdecy Urquiza, como secretário-geral da Interpol em 2025, é vista como uma peça-chave para agilizar as “Difusões Vermelhas” (alertas de prisão internacional).
- Acordos de Cooperação: A tentativa de convencer o governo americano de que os alvos não são perseguidos políticos, mas sim “criminosos comuns”, para facilitar a deportação ou extradição.
A Resistência da Liberdade
Isso é ume ruptura institucional contra os direitos de um ser do gênero humano e a liberdade de expressão. É um escárnio que um governo, que flerta com ditaduras e restringe liberdades pessoais, tente agora policiar brasileiros que exercem seu direito sagrado de buscar segurança em terras livres.
A propriedade privada e a independência do cidadão estão sob ataque quando o aparato de segurança do Estado é usado para fins de vingança política. Continuaremos monitorando cada passo dessa investida autoritária.
Redação | Portal Acre Conservador
*Com informações da Folha de São Paulo






























