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🛡️ OMISSÃO DE LULA

Governadores se unem contra o avanço do crime

🔍 Reunidos no Rio, líderes de sete estados criam o “Consórcio da Paz” para enfrentar facções criminosas
Governadores acusam Lula de omissão em enfrentamento ao terrorismo nacional. Foto/Reprodução Metrópoles.

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⚖️ Estados assumem o protagonismo que Brasília abandonou

Em um gesto de insatisfação crescente com a política de segurança do governo federal, governadores de sete estados se reuniram nesta quinta-feira (30) no Palácio Guanabara, no Rio de Janeiro. O encontro, que ocorreu dois dias após a megaoperação policial nos complexos do Alemão e da Penha, foi marcado por duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à omissão da União diante do avanço do crime organizado.

O saldo da operação — mais de 120 criminosos mortos e 100 presos — reacendeu o debate sobre a responsabilidade federal no combate ao narcoterrorismo e revelou o isolamento político do Planalto, cada vez mais distante dos estados que sofrem com a violência.

🤝 Nasce o “Consórcio da Paz”

Durante o encontro, os governadores anunciaram a criação do “Consórcio da Paz”, um grupo interestadual voltado à integração de forças policiais, troca de inteligência e execução de operações conjuntas.

A iniciativa, que será formalizada nas próximas semanas, representa uma tentativa de substituir a ausência de coordenação nacional por uma ação cooperativa entre os estados — um gesto inédito na história recente do país.

“Não podemos mais esperar pelo apoio de Brasília. A ausência do governo federal só fortalece os criminosos”, declarou Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro, anfitrião da reunião.

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Castro afirmou que o Rio se tornou símbolo da resistência contra o domínio das facções, destacando que o povo das comunidades apoia as operações policiais porque está cansado de viver sob a coerção do crime — um sentimento confirmado pela pesquisa AtlasIntel, que mostrou 87,6% de aprovação à ação da PM entre moradores de favelas.

🗣️ Governadores criticam ideologização da segurança

Entre os participantes, o governador Ronaldo Caiado (Goiás) foi um dos mais duros nas críticas ao Planalto. Ele acusou o governo Lula de negligenciar a segurança pública e permitir a expansão das facções criminosas pelo território nacional.

“A inércia de Brasília transformou o Rio em centro de comando das facções. O crime se articula nacionalmente enquanto o governo discute narrativas ideológicas”, afirmou Caiado.

Os líderes estaduais também rejeitaram a PEC da Segurança Pública proposta pelo Planalto, apontando que ela repete dispositivos já previstos em lei e não oferece medidas práticas para reforçar o combate ao crime.

“O governo federal prioriza debates políticos em vez de proteger o cidadão comum”, resumiu um dos governadores presentes.

🧩 A ausência de liderança nacional

A crítica comum entre os governadores foi a falta de comando nacional e de cooperação efetiva com os estados.

Enquanto a Argentina de Javier Milei declara o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas, o Brasil de Lula evita até usar o termo “narcotráfico”, preferindo culpar “usuários” pela crise — como o próprio presidente declarou recentemente.

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Essa postura tem isolado o governo federal internacionalmente e internamente, já que estados e até países vizinhos vêm tomando medidas próprias para conter o crime organizado, diante da omissão de Brasília.

⚔️ Os estados na linha de frente

O “Consórcio da Paz” nasce com o objetivo de fortalecer a ação coordenada entre as forças estaduais e reduzir a dependência política e financeira do governo central.

Os governadores também planejam buscar apoio do Congresso Nacional para obter recursos diretos e autonomia operacional nas ações contra o narcotráfico e o crime de fronteira.

“Estamos diante de um novo pacto federativo — não o da retórica, mas o da ação”, disse um participante do encontro.

🧭 A criação do Consórcio da Paz é um marco simbólico e prático: mostra que o Brasil ainda tem líderes dispostos a agir, mesmo quando o governo central prefere o silêncio.

Enquanto o regime lulopetista relativiza a violência e hesita em chamar facções criminosas de terroristas, os estados assumem o papel que Brasília abdicou — defender a vida, a lei e a liberdade dos brasileiros.

Reportagem Portal Acre Conservador
* Com informações de Danúzio News / CNN Brasil / Poder 360.

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