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ORIENTE MÉDIOEstreito de Ormuz: EUA e Irã trocam ataques e escalam tensões

EUA e Irã trocaram ataques no Estreito de Ormuz nesta sexta-feira (8), registrando tiros e explosões após forças americanas interceptarem navios iranianos na área.

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Estados Unidos e Irã voltaram a trocar ataques no Estreito de Ormuz nesta sexta-feira (8/5), intensificando a tensão em uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo. Segundo veículos de imprensa iranianos, tiros e explosões foram registrados na região após militares americanos interceptarem dois navios ligados ao Irã que tentavam furar um bloqueio naval imposto por Washington.

A agência iraniana semioficial Tasnim reportou uma “troca limitada de tiros” com forças americanas nas últimas horas, descrevendo sons de disparos ouvidos por cerca de duas horas em áreas próximas ao Estreito. O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM), por sua vez, informou ter interceptado dois petroleiros com bandeira iraniana que tentavam entrar em um porto no Golfo de Omã, desrespeitando o bloqueio americano.

Essa nova escalada segue ataques mútuos registrados já na quinta-feira (7/5), quando ambos os países trocaram acusações de disparos contra embarcações adversárias no Golfo. A emissora Fox News noticiou que forças americanas teriam atacado instalações iranianas nas regiões de Qeshm e Bandar Abbas, ambas próximas ao Estreito de Ormuz, corredor marítimo vital para o comércio global de petróleo.

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Em meio à crescente tensão, o presidente dos EUA, Donald Trump, minimizou a ofensiva americana dessa quinta-feira, descrevendo-a como “um tapinha” e afirmando que os ataques não violam o cessar-fogo com o Irã. “Foi só um tapinha. O cessar-fogo continua em vigor”, declarou Trump à rede ABC News.

Do lado diplomático, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, manifestou expectativa de uma resposta iraniana ainda nesta sexta-feira (8/5) à proposta apresentada pelos EUA para a resolução do conflito.

Em um episódio regional relacionado, a agência Tasnim também noticiou que a origem de ataques nos Emirados Árabes Unidos “permanece incerta”, após o Ministério da Defesa emiradense reportar três feridos em uma nova onda de bombardeios na região.

Fonte: Metrópoles

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