Menu

ALERTA

Bittar rejeita aumento de deputados: “Nunca foi hora de gastar mais”

Senador denuncia risco fiscal iminente e defende defender desigualdades regionais

publicidade

O senador Márcio Bittar (União‑AC) declarou seu voto contrário ao PLP 177/2023, que propõe aumentar de 513 para 531 o número de deputados federais, em pronunciamento. Para ele, o projeto representa redução da responsabilidade fiscal num momento em que o Brasil enfrenta risco claro de colapso nas contas públicas em 2027 .

Bittar ressaltou que o gasto adicional de R$ 60 milhões ao ano com novas cadeiras legislativas só agrava a pressão sobre um Estado já sufocado por despesas obrigatórias e pelo retorno da contagem de precatórios no teto de gastos, conforme alerta feito por analistas e pelo Pleno Legislativo . Ele lembrou que a iniciativa também impacta diretamente as assembleias legislativas estaduais, ampliando ainda mais a despesa pública num cenário de recursos limitados.

O senador chamou a atenção para a inequidade regional que o critério proporcional acarreta, prejudicando estados com baixa densidade populacional como Acre, Roraima e Amapá, cujas populações são obrigadas a observar restrições ambientais e sofrem com limitada expansão econômica e demográfica . “Não posso votar um projeto que diminui ainda mais a importância da bancada do Acre… se exige da região um grau de intocabilidade, ela não pode ser vista apenas por conta matemática”, argumentou.

Leia Também:  CCJ mantém mandato de Zambelli

Além disso, o senador destacou a insatisfação popular com a política nacional: com o Brasil atravessando momentos de inflação persistente, poder de compra reduzido, e as contas públicas deterioradas, pesquisas revelam que cerca de 49% da população acredita que a economia está pior do que há seis meses, enquanto 73% sentem que os partidos tradicionais ignoram as pessoas comuns. Ele afirmou que, com esse sentimento crescente de desesperança, não há legitimidade para aumentar o tamanho do Congresso.

Por fim, Bittar reforçou que sua recusa ao projeto é coerente com uma agenda conservadora sólida: responsabilidade fiscal, proteção das regiões menos favorecidas e sintonia com o clamor popular por um Estado mais enxuto, eficiente e respeitador das diferenças regionais.

No momento em que cada real conta e as projeções apontam para um possível colapso fiscal em 2027, é ainda mais crucial acompanhar o debate político com olhos conservadores e olhar atento. Continue acessando o Portal Acre Conservador para análises responsáveis e críticas comprometidas com a verdade, os valores e os interesses do nosso estado.

Leia Também:  Bittar defende Constantino e combate ativismo judicial

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade