A Polícia Civil do Acre instaurou inquérito para apurar a morte de um bebê em uma área limítrofe entre Porto Acre, no Acre, e Boca do Acre, no Amazonas. O caso veio à tona na terça-feira (8) e está a cargo da Delegacia-Geral de Porto Acre, que tem à frente o delegado Carlos Bayma.
De acordo com as informações preliminares colhidas pelas autoridades, o padrasto da criança teria conduzido o bebê até a margem de um curso d’água naquela região. Um morador das proximidades afirmou ter escutado os gritos da vítima vindo do local. Na sequência, o homem retornou para a residência e saiu para o trabalho, como se nada tivesse acontecido.
No fim da tarde, ainda segundo as primeiras apurações, o padrasto comunicou à família que a criança havia caído de uma escada. Os parentes, então, levaram o bebê para uma unidade de saúde, onde os profissionais já o encontraram sem vida. Durante o atendimento, os médicos notaram múltiplas marcas de violência e equimoses espalhadas pelo corpo, características que, em uma análise inicial, não se mostravam compatíveis com um acidente doméstico como o relatado.
A polícia foi acionada e deu início às diligências no intuito de esclarecer as circunstâncias do óbito. O padrasto foi preso em flagrante ou temporariamente (não especificado), enquanto a mãe da vítima foi levada à delegacia para prestar depoimento. O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) de Rio Branco, onde será submetido a exame necroscópico, que deve indicar a causa exata da morte e auxiliar na elucidação dos fatos.
Os investigadores seguem colhendo depoimentos de testemunhas e realizando outras medidas para reconstituir a sequência de eventos que culminou na tragédia. Até que os laudos periciais sejam concluídos e o inquérito seja encerrado, não há um veredito definitivo sobre a dinâmica do caso nem sobre a eventual responsabilidade criminal dos envolvidos.
Fonte: ContilNet Notícias



























