Na manhã deste sábado (1º), um ataque com faca dentro da unidade da Bombril localizada em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo, resultou na morte de três trabalhadores. O agressor, um colaborador de 33 anos, foi detido, porém veio a óbito algumas horas depois.
De acordo com as primeiras informações apuradas pela CNN, as vítimas tinham 39, 44 e 54 anos. Elas foram surpreendidas pelo ataque nas dependências da fábrica, situada no bairro Rudge Ramos, às margens da Rodovia Anchieta.
A investigação preliminar indica que o funcionário teria passado por um surto psicológico antes de desferir os golpes de faca contra os colegas de trabalho. As circunstâncias exatas que levaram ao episódio ainda estão sendo esclarecidas pelas autoridades.
Após o crime, o suspeito foi capturado e conduzido para o 2º Distrito Policial de São Bernardo do Campo, onde ficou detido. Foi ali que ele morreu, conforme informado pela polícia local.
A Corregedoria da Polícia Civil foi acionada para apurar as condições da morte do detido. Paralelamente, o caso é investigado pela equipe de homicídios da Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC) de São Bernardo do Campo, sob a supervisão da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo.
A Bombril, em nota oficial, manifestou seu pesar pela tragédia e informou que está prestando apoio às famílias das vítimas. A empresa afirmou que acionou os órgãos competentes imediatamente após o ocorrido e que está colaborando com as investigações. No comunicado, a companhia também repudiou o ato de violência.
“A Bombril informa que um colaborador terceirizado foi preso após um surto dentro das instalações na fábrica de São Bernardo do Campo, em São Paulo, onde esfaqueou colegas de trabalho e vitimou fatalmente três pessoas. A companhia acionou os órgãos responsáveis, acompanha e colabora com as investigações. A Bombril repudia veementemente o ato, se solidariza com as famílias das vítimas e informa que está prestando a assistência necessária”, diz o texto.
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o velório ou sepultamento das vítimas. O caso segue gerando comoção entre os funcionários da fábrica e na comunidade local, que acompanha o desenrolar das investigações.
Fonte: ND+




























