O governo do Acre iniciou a elaboração do Plano de Enfrentamento às Secas 2026, com o objetivo de antecipar medidas e reduzir os efeitos da estiagem nos 22 municípios do estado. A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), em parceria com a Defesa Civil Estadual e outros órgãos governamentais, visando assegurar uma resposta rápida e eficiente à crise hídrica.
Na quinta-feira, 11, o secretário João Paulo Silva reuniu a equipe técnica da SEASDH em Rio Branco para alinhar as primeiras diretrizes do planejamento. Participaram do encontro a secretária adjunta Sandra Amorim, os diretores de Assistência Social (Siomary Benevides), Direitos Humanos (Joelma Pontes), Planejamento (Washington Camelo), Financeiro (Silviana Amaral) e Tecnologia da Informação (Reuben Fernandes). Foram discutidas ações de apoio humanitário, definição de rotas logísticas, aquisição de insumos, distribuição de benefícios eventuais e estratégias de atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade.
Entre as prioridades está o fortalecimento da assistência a povos indígenas e comunidades de difícil acesso, diretamente impactados por mudanças climáticas e eventos extremos recentes. O plano prevê a distribuição de cestas básicas, redes, colchões e outros itens essenciais, além do acompanhamento contínuo das necessidades municipais. O secretário João Paulo Silva destacou que o planejamento antecipado é crucial para maior eficiência: “A experiência dos últimos anos mostra que o planejamento é essencial para reduzir impactos e assegurar atendimento às comunidades mais vulneráveis”.
Além das ações assistenciais, o plano inclui monitoramento permanente da situação hídrica e integração entre órgãos estaduais para adoção de medidas emergenciais. A elaboração do documento reforça o compromisso do governo com a proteção social e respostas coordenadas às mudanças climáticas. Durante a estiagem de 2025, a SEASDH e a Defesa Civil executaram ações como distribuição de cestas básicas, redes e colchões, atendimento a aldeias indígenas e ribeirinhas, apoio logístico a municípios em emergência e monitoramento contínuo dos rios acreanos.
Fonte: Agência de Notícias do Acre


























