O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) iniciou, nesta quarta-feira (10), mais uma edição do Projeto Cidadão, na Escola Estadual de Ensino Médio Cívico-Militar Professor Aldaci Simões Costa, em Senador Guiomard, cidade distante cerca de 30 km de Rio Branco. A iniciativa segue até as 15h desta quinta-feira (11), oferecendo gratuitamente emissão de documentos como RG, CPF e Certidão de Nascimento, além de atendimentos do INSS e do Incra.
Moradores da região, conhecida como Quinari, também podem acessar serviços de assistência social, como Cadastro Único e Bolsa Família, por meio do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). A ação conta com a participação da Defensoria Pública do Estado (DPE/AC), do Ministério Público do Acre (MPAC) e do ônibus da Secretaria de Estado da Mulher (Semulher), que disponibiliza orientação jurídica e psicológica.
Na área da saúde, são oferecidos vacinação, testes rápidos, consultas médicas, nutricionais, fisioterapêuticas e psicológicas. A professora Mônica Rocha, de 39 anos, que leciona na escola, aproveitou para realizar exames e consultas. “Dou aula o dia inteiro e moro na escola. É incrível esse projeto, pois beneficia a comunidade e os professores. Pude ir à nutricionista e agora vou à fisioterapeuta para me desestressar”, afirmou.
A aposentada Maria da Silva Ribeiro, de 72 anos, levou a mãe, Francisca Vieira da Silva, de 88, para tirar a nova carteira de identidade. “Moro no Quinari e nasci aqui. Ter os atendimentos perto de casa é muito bom, porque é difícil para idosos ir até Rio Branco. Estou gostando do atendimento, dou nota 10 para quem organiza”, disse.
Paralelamente, a Coordenadoria das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cosiv) do TJAC promove palestras para alunos do ensino médio sobre a Lei Maria da Penha, relacionamentos abusivos e o papel do Judiciário. A atividade foi conduzida pela servidora Amália Costa. Os estudantes participarão de um concurso de redação, e o vencedor ganhará um computador. O objetivo é conscientizar os jovens para interromper ciclos de violência e atuar como multiplicadores da paz.
Fonte: TJ Acre































