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MORDAÇA DIGITAL

STF abre licitação para monitorar

Por R$ 249 mil, Corte quer rastreio 24 horas por dia para identificar influenciadores e classificar opiniões como “negativas”; pode ser o início de um sistema de perseguição e encarceramento em massa por crime de opinião.
Foto: reprodução internet

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O FIM DA PRIVACIDADE E DA LIBERDADE

🚨 O Brasil deu um passo decisivo em direção ao autoritarismo digital. De acordo com informações dos portais Danúbio News e Metrópoles, o Supremo Tribunal Federal (STF) abriu licitação para contratar uma empresa especializada em monitoramento digital ininterrupto. O objetivo? Acompanhar cada menção feita à Corte e aos seus ministros nas redes sociais, 24 horas por dia.

O que é vendido como “gestão de imagem” é, na verdade, um mecanismo sofisticado de amordaçamento da sociedade civil.

  1. Classificação de “sentimento” e identificação de alvos

O edital prevê que a empresa vencedora produza relatórios diários classificando as postagens dos brasileiros como “positivas“, “neutras” ou “negativas“.

O perigo: Ao mapear o “sentimento” da população, o Tribunal cria uma lista negra de cidadãos insatisfeitos.

Vigilância de influenciadores: O contrato exige a identificação de formadores de opinião e a avaliação de sua capacidade de repercussão. Na prática, isso significa que qualquer cidadão com alcance digital que ouse criticar uma decisão judicial passará a ser monitorado como um “risco institucional“.

  1. O Caminho para o Encarceramento em Massa
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A preocupação de juristas conservadores é que esses relatórios sirvam de base para novos inquéritos sigilosos.

Censura prévia: Com alertas imediatos sobre temas “sensíveis“, o Tribunal terá o poder de derrubar conteúdos e perfis antes mesmo que a crítica se espalhe.

Opressão sistêmica: O monitoramento de quem pensa diferente abre as portas para uma onda de perseguição nunca vista na história do país. Deixamos de ser uma democracia onde a opinião é livre para nos tornarmos um regime onde o pensamento é rastreado por algoritmos estatais.

  1. Um “Big Brother” de R$ 249 Mil

O valor estimado para essa vigilância é de aproximadamente R$ 249 mil. É o dinheiro dos impostos do trabalhador acreano sendo usado para financiar a própria mordaça. Enquanto o cidadão luta para colocar comida na mesa, a cúpula do Judiciário investe na construção de um aparato de inteligência focado em proteger a própria imagem e punir críticos.

O crepúsculo da liberdade

Esta licitação é a prova final de que o STF abandonou seu papel de guardião da Constituição para se tornar um censor de pensamentos. Quando uma Corte se preocupa mais em monitorar o “sentimento” das redes do que em respeitar os limites da lei, a democracia torna-se uma fachada. Este monitoramento é a infraestrutura necessária para o autoritarismo: primeiro identifica-se o crítico, depois o silencia, e por fim, o encarcera. O Brasil que conhecíamos, de liberdade e debate aberto, está sendo vigiado e punido por quem deveria protegê-lo. 🛡️🚫👁️

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Redação Portal Acre Conservador
*Com informações de editais públicos do STF e reportagens do Metrópoles e Danúbio News.

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