Levantamento divulgado nesta quinta-feira, 27, pela Quaest, em parceria com a Rede Amazônica, indica o ex-governador Gladson Camelí (Progressistas) como favorito para uma das duas cadeiras do Acre no Senado Federal. Na pesquisa estimulada, que considera a escolha para ambas as vagas, ele atinge 19% das intenções de voto, seguido pelo senador Márcio Bittar (PL), com 14%, e pela deputada federal Mara Rocha (Republicanos), com 12%.
Empatados tecnicamente com Mara Rocha aparecem o ex-governador Jorge Viana (PT) e o senador Sérgio Petecão (PSD), que registram 12% e 8%, respectivamente. Os demais candidatos somam percentuais menores: Eduardo Velloso (Solidariedade) tem 5%, enquanto Júnior Feitosa (DC) e Inácio Moreira (PSOL) aparecem com 1% cada. O levantamento ainda aponta que 11% dos eleitores pretendem votar em branco ou nulo, e 17% não souberam responder.
No cenário específico da primeira vaga, Gladson amplia sua vantagem e chega a 24%, com Márcio Bittar em segundo, com 16%, e Jorge Viana logo atrás, com 15%. Mara Rocha soma 10%, e Sérgio Petecão, 7%.
Na disputa pela segunda cadeira, o quadro se mostra mais equilibrado. Gladson lidera com 14%, mas Mara Rocha e Márcio Bittar aparecem próximos, com 13% e 12%, respectivamente. Sérgio Petecão e Jorge Viana completam os primeiros colocados, com 10% e 9%.
A pesquisa espontânea, na qual os entrevistados não recebem lista de nomes, revela um cenário de grande indefinição. Gladson aparece com 7%, enquanto Márcio Bittar e Jorge Viana têm 5% cada. Mara Rocha soma 4%, e Sérgio Petecão, 3%. A parcela de indecisos chega a 68%.
A rejeição foi medida pela Quaest, e Sérgio Petecão aparece com o maior índice: 50% dos que o conhecem afirmam que não votariam nele. Jorge Viana vem em seguida, com 47%, e Gladson Camelí registra 41%. Márcio Bittar tem 36%, e Mara Rocha, 29%.
O levantamento também avaliou o nível de conhecimento dos postulantes. Júnior Feitosa e Inácio Moreira são os menos conhecidos: 79% e 82%, respectivamente, não sabem quem são. Eduardo Velloso é desconhecido por 54%.
Quando questionados sobre a definição do voto, 57% dos eleitores afirmam que já decidiram, enquanto 43% admitem que podem mudar até outubro. Na espontânea, a incerteza é ainda maior, o que sugere que a corrida pode sofrer alterações até a votação.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral e ouviu eleitores em diversos municípios do Acre, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.
O cenário aponta que a disputa pelas duas vagas segue em aberto, com possibilidade de mudanças à medida que a campanha avança.
Os dados completos da pesquisa estão disponíveis no site do g1 Acre.
Com informações da Rede Amazônica.
Fonte: A Gazeta do Acre

























