Uma nova pesquisa divulgada pela Quaest, encomendada pela Rede Amazônica, revela que a maioria dos eleitores do Acre ainda não tem preferência definida para o cargo de governador. O levantamento, apresentado na última quinta-feira, 27, indica que 57% dos entrevistados não souberam citar espontaneamente um nome para o Palácio Rio Branco.
No cenário espontâneo, no qual os participantes não recebem qualquer lista de candidatos, outros 7% afirmaram que devem votar em branco, anular o voto ou simplesmente faltar às urnas. Esses números apontam um cenário de indefinição a menos de cinco semanas do pleito.
A pesquisa também investigou as expectativas da população em relação às futuras administrações estaduais. Para 44% dos ouvidos, é preciso mudar completamente a gestão atual, enquanto 34% defendem alterações pontuais em áreas consideradas problemáticas. Uma parcela menor, de 19%, acredita que o próximo governo deveria manter as linhas de ação já estabelecidas; os demais 3% não opinaram.
Na lista de prioridades, a saúde pública desponta como o tema mais urgente para os acreanos, citada por 26% dos participantes. A corrupção vem em segundo lugar, com 13% das menções, seguida por violência (11%) e desemprego (8%). Outros temas como infraestrutura (7%), economia, educação e pobreza (4% cada) e enchentes (1%) também foram lembrados.
Quando questionados sobre outros problemas não especificados, 10% deram respostas diversas, enquanto outros 12% não souberam ou preferiram não responder. O levantamento ouviu 804 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 23 e 26 de agosto, sendo estratificado por sexo, faixa etária, escolaridade e renda.
A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi feito sob o número AC-09106/2026, garantindo a sua validade dentro das regras eleitorais vigentes.
Fonte: Folha do Acre

























