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💥 DO CÉU AO INFERNO

Desgoverno petista amplia Estado e sufoca o povo

Marinho denuncia alta de impostos, gastos desenfreados e crise institucional provocada pelo Planalto

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📉 Um Brasil de retrocessos sob o petismo

Em pronunciamento firme no Senado Federal nesta terça-feira (1º), o senador Rogério Marinho (PL-RN) trouxe à tona uma análise crítica da atual política econômica do governo Lula. Apontando um caminho inverso ao da responsabilidade fiscal e da liberdade econômica, Marinho denunciou o inchaço da máquina pública, a crescente carga tributária e o avanço autoritário sobre prerrogativas do Parlamento.

Segundo o senador, enquanto a direita defende o Estado necessário, enxuto e funcional, voltado a servir a população, o governo atual representa o oposto: um Estado hipertrofiado, aparelhado por interesses ideológicos e repleto de cargos para acomodar aliados. “De 23 ministérios sob Bolsonaro, agora temos quase 40. É o retorno do Estado Leviatã”, afirmou Marinho.

💰 Governo arrecada mais e gasta pior

Um dos pontos centrais da crítica do senador é o descontrole nos gastos públicos. A arrecadação recorde é consumida por despesas correntes que crescem acima da própria receita, aprofundando o rombo fiscal. A elevação do IOF, especialmente sobre operações de crédito, castiga justamente os mais pobres, em um cenário que remonta aos erros da era Dilma Rousseff, segundo Marinho.

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Além disso, o uso do FGTS como lastro para financiamentos caros é, na visão do parlamentar, mais uma forma de expropriação indireta dos trabalhadores, beneficiando bancos e instituições financeiras com recursos públicos.

🧨 A crise institucional e a afronta ao Congresso

O senador também criticou a reação do governo após o Congresso Nacional derrubar um decreto presidencial sobre o IOF — decisão histórica e constitucional. A resposta do Planalto, que recorreu ao STF contra o Parlamento, escancara o autoritarismo silencioso do governo, que tenta minar os freios e contrapesos do regime democrático.

“É uma tentativa de deslegitimar o Parlamento, como se apenas o Executivo tivesse o poder de legislar por decreto. A Constituição é clara quanto ao papel do Legislativo na contenção de abusos regulatórios”, reforçou Marinho.

🆚 Bolsonaro x Lula: realidades diferentes, posturas opostas

Durante os quatro anos do governo Bolsonaro, o Brasil enfrentou a maior crise sanitária da história recente (a pandemia de Covid-19), a crise hídrica de 2021, a tragédia de Brumadinho (2019), além de pressões externas na economia global. Ainda assim, Bolsonaro manteve responsabilidade fiscal, reduziu impostos e promoveu reformas estruturantes — como a autonomia do Banco Central e o Marco do Saneamento.

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Mesmo sob duras restrições, o ex-presidente entregou avanços no livre mercado, nos direitos de propriedade, na liberdade de expressão e na economia de base liberal. Agora, sem pandemia, com o país em relativa estabilidade externa e interna, o governo petista escolhe elevar gastos, inchar a máquina estatal e penalizar o contribuinte com aumento de tributos.

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Fonte primária: Agência Senado

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