Menu

MORAES AGE COMO COSTA E SILVACampanha de Flávio Bolsonaro acusa Moraes de silenciamento político

Coordenador da pré-campanha critica decisão do STF que suspende visitas a Jair Bolsonaro até as eleições.

publicidade

O coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, Rogério Marinho (PL-RN), criticou neste sábado (18) a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu visitas políticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) até o fim das eleições. Marinho classificou a medida como “extravagante”, “sem precedentes” e uma tentativa de “silenciamento político”.

Na sexta-feira (17), Moraes ampliou as restrições impostas ao ex-presidente, que está em prisão domiciliar. A ação ocorreu após Flávio Bolsonaro divulgar uma carta escrita pelo pai na semana passada, o que, segundo o magistrado, configura violação das medidas cautelares. Bolsonaro estava proibido de usar redes sociais próprias ou de terceiros. A carta foi lida em uma transmissão ao vivo.

Após a divulgação da “carta aos brasileiros”, Moraes proibiu Flávio de visitar o pai por 90 dias. Na decisão de sexta, o ministro manteve a proibição e estendeu a medida para qualquer visita, exceto médicos, fisioterapeutas e advogados — com a exceção de Flávio — por 30 dias.

“A decisão que impõe o isolamento de Jair Bolsonaro é extravagante, inusitada e sem precedentes na história recente do país. Ao impedir até mesmo visitas de seus filhos e restringir sua comunicação com a sociedade, Alexandre de Moraes transforma medidas judiciais em instrumentos de silenciamento político”, declarou Marinho em nota.

Leia Também:  Ministério da Justiça investiga transmissões da CazeTV; influenciador nega irregularidades

Neste sábado, Moraes também negou o pedido de visita do presidente da Argentina, Javier Milei, ao ex-presidente. O magistrado reafirmou a proibição de visitas políticas até o término das eleições.

Na mesma nota, o coordenador de campanha voltou a defender a eleição de um “Senado forte”. Antes de ser preso, Bolsonaro afirmava publicamente que eleger aliados na Casa Alta era uma prioridade, pois cabe aos senadores decidir sobre a indicação e o impeachment de ministros do STF, pauta relevante para o bolsonarismo.

“A normalidade democrática somente será plenamente restabelecida quando o povo puder decidir livremente seu destino nas urnas. Isso passa pela eleição de Flávio Bolsonaro à Presidência da República e pela eleição de um Senado forte, independente, fiel à Constituição, composto por homens e mulheres que não se acovardarão diante da necessidade de exercer integralmente suas prerrogativas constitucionais, inclusive processando e julgando autoridades por crimes de responsabilidade, nos termos da Constituição e da lei”, finalizou a nota.

Fonte: Metrópoles

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade