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Artesanato e gastronomia acreana ganham destaque em evento no Rio de Janeiro

Visitantes do Vem Pro Acre puderam conhecer o estado pelo artesanato e também culinária. Foto: Tácita

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Um dos espaços mais visitados do Vem pro Acre, realizado no Rio de Janeiro nos dias 14 e 15 de maio, foi o dedicado ao artesanato acreano. Durante os dois dias de evento, o público pôde conhecer peças de cerâmica, marchetaria e produtos da culinária típica do estado.

Visitantes do Vem Pro Acre puderam conhecer o estado pelo artesanato e também culinária. Foto: Tácita Muniz/Secom

Logo no primeiro dia, as vendas ultrapassaram R$ 4,6 mil, demonstrando o interesse dos visitantes e o potencial do artesanato acreano como vitrine cultural e econômica.

Sapatilha e pulseiras de borracha são identidade do estado. Foto: Diego Gurgel/Secom

Chance única

O visitante Bruno Amorim destacou sua admiração pelo artesanato indígena acreano durante evento realizado na capital fluminense. Apaixonado pela arte dos povos originários, ressaltou a oportunidade de presenciar de perto a cultura e a produção artesanal do estado.

“É uma chance única de descobrir mais sobre o Acre, que muitas vezes é pouco conhecido aqui no Sudeste. Além do artesanato, tivemos contato com a gastronomia, como o vinho de açaí, e com peças que podem ser aplicadas em moda, decoração e design”, afirmou.

Amorim contou que adquiriu cinco colares de artesanato indígena, alguns para decoração e outros para presentear. “São peças fantásticas, uma verdadeira descoberta para todos nós”, disse.

Jujuba de cupuaçu foi atração no primeiro dia. Foto: Uêslei Araújo/Secom

Culinária

A professora Márcia Martins destacou sua experiência ao conhecer e provar degustar produtos típicos do Acre durante o evento. Entre as iguarias, provou pela primeira vez as tradicionais jujubas de cupuaçu e o vinho de açaí, que rapidamente conquistaram seu paladar.

“Adorei, nunca tinha experimentado. Acho que precisamos trazer mais dessa cultura culinária acreana para cá, porque é muito saborosa. Vou levar comigo e prestigiar cada vez mais”, afirmou.

Márcia ressaltou ainda o valor da diversidade cultural do Acre, que vai além da fauna e da flora, alcançando também a gastronomia: “O Acre é uma relíquia, e sua culinária merece ser reconhecida e valorizada”, disse, lembrando que registrou o momento em foto ao lado da governadora Mailza Assis.

Belezas do Acre foram expostas e vendas fortalecem artesãos do estado. Foto: Uêslei Oliveira/Secom

Espaço em vitrine nacional

O diretor de Turismo da Sete, Jackson Viana, ressaltou a importância da participação dos artesãos acreanos em evento nacional, destacando a diversidade das peças apresentadas — entre elas, marchetaria, borracha e artesanato indígena.

Segundo o gestor, a curadoria foi feita com artesãos já registrados na Casa do Artesanato Acreano, que produziram peças especialmente para o encontro. “Realizamos vendas logo no primeiro dia e nossa expectativa é de resultados positivos até o fim do evento”, afirmou.

Jackson Viana fala das principais produções do estado. Foto: Alisson Oliveira/Secom

Viana destacou ainda a marchetaria como carro-chefe da produção acreana, reconhecida internacionalmente. “É uma identidade própria do Acre e chama bastante atenção dos visitantes”, disse.

O diretor reforçou que o artesanato acreano não apenas valoriza a cultura do estado, mas também abre oportunidades de negócios e parcerias, fortalecendo a economia criativa.

Artesanato é a segunda maior fonte de renda do Povo Puyanawa. Foto: Alisson Oliveira/Secom

Força do artesanato indígena

Durante o evento, o cacique Joel Puyanawa ressaltou a importância da presença dos povos indígenas na construção de parcerias e no fortalecimento cultural do Acre.

“Estamos aqui trazendo a voz da Amazônia e da floresta, mostrando que o Acre valoriza sua história e cultura. É uma oportunidade de compartilhar nossa alegria e de fortalecer laços que geram esperança e perspectivas de desenvolvimento”, afirmou.

Detalhes mostram identidade do Acre. Foto: Diego Gurgel/Secom

A liderança ambém ressaltou o peso do artesanato como fonte de renda da comunidade. “Hoje, o artesanato é nossa segunda maior atividade econômica, depois da produção de farinha de macaxeira. O turismo tem sido um parceiro fundamental para fomentar negócios e dar visibilidade ao nosso trabalho”, explicou.

Fonte: Governo AC

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