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🧭 HERMANOS CONTRA O CRIME

Argentina reconhece facções como terroristas; Brasil silencia

Enquanto Milley endurece contra o crime organizado, o regime lulopetista insiste em relativizar a violência e tratar traficantes como “vítimas sociais”
Ministra da Segurança da Argentina declarou que haverá mais rigor nas fronteiras para impedir que narcoterroristas brasileiros entrem no país.. Foto: reprodução internet

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🇧🇷 O reflexo de um Estado acuado

A megaoperação policial deflagrada nesta semana nas favelas do Rio de Janeiro voltou a expor a dimensão do poder paralelo das facções criminosas. São 119 mortes já foram confirmadas em confrontos diretos entre policiais e integrantes do Comando Vermelho (CV), a principal organização criminosa do estado.

Helicópteros, blindados e centenas de agentes foram mobilizados para recuperar territórios dominados pelo tráfico — territórios onde o Estado há muito deixou de existir. 🚔

Mas, enquanto as forças policiais travam uma guerra diária, o governo federal permanece silencioso e omisso, evitando reconhecer que o Brasil enfrenta hoje um verdadeiro conflito interno de natureza terrorista.

O mundo já começa a perceber o que acontece no Brasil e vizinhos temem serem ocupados por narcoterrositas fugutivos.

🇦🇷 Argentina dá exemplo e enquadra facções brasileiras

Em contraste, a Argentina de Javier Milley e da ministra da Segurança, Patricia Bullrich, adotou uma postura firme. Nesta terça-feira (29), Bullrich anunciou que o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital (PCC) foram oficialmente incluídos no Registro Nacional de Organizações Terroristas.

A decisão veio acompanhada de medidas imediatas:

  • Alerta máximo nas fronteiras com Brasil e Paraguai;
  • Rastreamento e isolamento de presos brasileiros ligados às facções nas penitenciárias argentinas;
  • Checagem rigorosa de antecedentes criminais de brasileiros que entram no país;
  • E a criação de uma força-tarefa internacional de inteligência para conter a expansão do narcotráfico.

Segundo Bullrich, “essas organizações não são apenas criminosas, mas estruturas terroristas transnacionais”, com redes de lavagem de dinheiro, tráfico de armas e conexão direta com cartéis latino-americanos.

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A ministra confirmou ainda que pelo menos 12 brasileiros ligados a essas facções cumprem pena em presídios argentinos e estão sob vigilância constante.

🤝 Cooperação vs. Isolamento ideológico

A decisão argentina, elogiada por países como o Paraguai e o Uruguai, evidencia o isolamento diplomático e estratégico do governo Lula. Enquanto vizinhos tratam o crime organizado como ameaça à segurança continental, o Brasil adota uma postura ideológica que minimiza o problema.

Em declaração recente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que “o traficante é vítima da sociedade e do consumo”.

Tal posicionamento ignora completamente o impacto devastador das facções sobre as famílias, o comércio, a liberdade de ir e vir e a própria integridade do Estado.

O discurso relativista do governo reforça o que especialistas chamam de “doutrina da omissão conveniente” — um modelo que transfere a culpa do crime para a sociedade, poupando os criminosos.

⚠️ Um regime que escolheu a negação

Desde o retorno do PT ao poder, o país deixou de utilizar o termo “terrorismo interno” em documentos oficiais. Isso significa que organizações com estrutura militar, comando hierárquico, controle territorial e financiamento próprio — características idênticas às de grupos terroristas — continuam sendo tratadas como “facções sociais” ou “movimentos periféricos”.

Essa escolha política tem consequências concretas:

  • Reduz a capacidade internacional do Brasil de cooperar com agências de combate ao terrorismo e ao narcotráfico;
  • Enfraquece a Polícia Federal e as Forças Armadas, que ficam sem base legal para operações mais amplas;
  • E protege indiretamente as redes criminosas, que seguem atuando com liberdade em favelas, fronteiras e até no sistema prisional.
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O resultado é visível: o crime avança, o cidadão se retrai e o Estado desaparece.

🔎 O Brasil do “coitadismo” e o risco da desordem permanente

O lulopetismo sempre cultivou a ideia de que o criminoso é produto das desigualdades, não autor do próprio mal.

Essa visão, profundamente ideológica, impede o país de enxergar o que a Argentina já entendeu: o crime organizado é o maior inimigo da liberdade individual e da soberania nacional.

O Estado que se recusa a nomear seu inimigo, cedo ou tarde, será governado por ele.

É o que vemos hoje nas favelas cariocas: um Brasil paralelo, armado, organizado e impune — onde o cidadão de bem é refém, e o traficante é “vítima”.

🧱 ISSO SIM É SOBERANIA

A decisão do governo Milley ecoa como um grito de alerta: ou o Brasil recupera sua coragem, ou perderá o controle sobre si mesmo.

Enquanto a Argentina defende suas fronteiras e reconhece o inimigo, o regime lulopetista prefere fazer discursos ideológicos e posar de “humanitário”.

Mas quem vive nas comunidades do Rio sabe a verdade: o medo não é social, é político.

E a omissão do governo é a maior aliada das facções. 🇧🇷

Reportagem Portal Acre Conservador
* Com informações de CNN Brasil.

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