O Arraial Cultural 2026, realizado em Rio Branco, conta com a Feira de Economia Solidária, que reúne ambulantes com décadas de atuação. Entre eles, Fábio Luiz de Oliveira, de 35 anos de profissão, mantém a tradição familiar no evento. Ele vende doces como morango e maçã, e afirma participar de todas as edições.
Fábio iniciou a atividade por influência de sua mãe, Anita Festa Oliveira, que começou a trabalhar no evento nos anos 1990. Anita foi uma das primeiras a vender pipoca colorida na praça, além de balão a gás, algodão doce e pipoca. Ela relata que criou os filhos com a renda obtida no Arraial e que, mesmo após a perda do marido, continuou no mesmo espaço.
Segundo Fábio, o Arraial já passou por diferentes locais ao longo dos anos, como Juventus e Teatrão, mas ele nunca deixou de participar. “Para mim é muito gostoso, é muito bom. A renda ajuda muito. A gente ama o que faz”, declarou. Ele também destacou que o evento foi fundamental para construir sua família e estrutura de vida.
Anita elogiou a organização do evento e o tratamento dado aos trabalhadores: “A equipe trata a gente muito bem, valoriza os pioneiros e os ambulantes. A festa é nota 10”. Ela enfatizou a importância do Arraial para o sustento dos participantes e para a criação de vínculos com o público. A Feira de Economia Solidária segue como espaço de geração de renda e convivência para dezenas de empreendedores locais.
Fonte: Agência de Notícias do Acre





























