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ACREEduardo Ribeiro alega perseguição após suspensão de emenda para corrida de servidores socioeducativos

Deputado estadual denunciou na Aleac a paralisação de R$ 30 mil em recursos para evento esportivo, que também tinha caráter solidário, após aprovação do termo de fomento.

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O deputado estadual Eduardo Ribeiro (Republicanos) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) na sessão desta quarta-feira (24) para criticar a suspensão do pagamento de uma emenda parlamentar no valor de R$ 30 mil. O recurso era destinado à realização de uma corrida voltada aos servidores do sistema socioeducativo, marcada para o dia 27 de setembro, e que já constava no calendário oficial de eventos esportivos do estado.

Durante o pronunciamento, Ribeiro exibiu um vídeo gravado por representantes da categoria, no qual é relatado que o evento, criado em 2021 para celebrar o Dia do Agente de Segurança Socioeducativo, tinha também finalidade solidária, com arrecadação de alimentos para famílias vulneráveis. Segundo os organizadores, a documentação exigida foi integralmente apresentada, incluindo plano de trabalho e correções solicitadas, resultando na assinatura do termo de fomento. O processo já estava na Secretaria da Fazenda aguardando liberação quando a Secretaria de Esporte emitiu um novo parecer técnico determinando a paralisação do pagamento, alegando impedimento técnico.

Em seu discurso, Eduardo Ribeiro afirmou não compreender a decisão, destacando que outras entidades realizam projetos similares com recursos públicos. “Como se destina uma emenda para promoção do esporte, para uma corrida com servidores e participação da sociedade, e depois de tudo aprovado surge um impedimento?”, questionou. O parlamentar classificou a situação como “extremamente lamentável” e defendeu que divergências políticas não deveriam prejudicar iniciativas de interesse coletivo.

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Ribeiro também afirmou que a suposta perseguição não o atinge apenas como parlamentar, mas também os servidores e a sociedade beneficiada pelo evento. “Quando você persegue, não está perseguindo apenas o deputado Eduardo Ribeiro. Está perseguindo os servidores, as coletividades e a sociedade civil que seria beneficiada”, declarou. Ao final, registrou repúdio à decisão e lamentou que a corrida não possa mais ocorrer neste ano devido à falta de recursos oriundos da emenda suspensa.

Fonte: Agência Aleac

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