Desde os primeiros instantes após o colapso da ponte Frei Paolino Baldassari, em Sena Madureira, ocorrido na última sexta-feira, 5, o governo estadual montou uma força-tarefa formada por diferentes órgãos para amparar as pessoas afetadas, dar suporte aos familiares e oferecer respostas rápidas diante da emergência. A governadora Mailza Assis determinou que toda a estrutura do Executivo fosse colocada à disposição da população atingida.
Por ordem da chefe do Executivo estadual, profissionais de diversas áreas foram enviados ao município para trabalhar de maneira conjunta nas operações de resgate, nos cuidados médicos, na assistência social e na fiscalização das áreas próximas ao local do desabamento. O secretário de Assistência Social e Direitos Humanos, João Paulo Silva, foi um dos primeiros a chegar ao local para avaliar a situação e organizar o acolhimento das famílias dos feridos.
Neste domingo, 7, equipes técnicas serão deslocadas para permanecer em Sena Madureira com o objetivo de fazer um diagnóstico da realidade das famílias que vivem nas imediações e mapear possíveis consequências sociais geradas pelo acidente. A governadora Mailza Assis salientou que o momento pede união de esforços e atenção integral às pessoas impactadas pela tragédia.
“Desde o primeiro momento, determinei que toda a estrutura do Estado fosse disponibilizada para atender as vítimas e apoiar as famílias. Garantir assistência, acompanhar cada caso de perto e oferecer todas as condições necessárias neste momento tão difícil para Sena Madureira é fundamental”, declarou a governadora.
O titular da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) explicou que a primeira providência da pasta foi enviar imediatamente as diretorias de Assistência Social e Direitos Humanos, juntamente com suas equipes técnicas, para examinar a região afetada. “Logo após o ocorrido, estivemos no local com nossas equipes para fazer o levantamento inicial. Até agora, não foi identificada nenhuma residência atingida diretamente pela queda da ponte, conforme informações da Defesa Civil Estadual, tanto na margem esquerda quanto na margem direita do rio. Aguardamos os relatórios oficiais do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil para saber se será necessário interditar imóveis próximos à área do acidente”, esclareceu.
De acordo com o gestor, uma família já procurou o Estado pedindo ajuda e está sendo acompanhada pelos serviços socioassistenciais. Além disso, técnicos da secretaria foram enviados para permanecer em Sena Madureira pelos próximos dias, ampliando o atendimento e o monitoramento da situação. “Todas as ações da Assistência Social e dos Direitos Humanos serão realizadas de forma integrada com a Defesa Civil e os bombeiros. Caso haja recomendação de interdição de residências ou identificação de novas demandas sociais, estamos preparados para expandir o atendimento e assegurar o apoio necessário às famílias”, acrescentou Silva.
Além da atuação na área social, equipes da Saúde, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil Estadual, Polícia Militar e outros órgãos do governo seguem mobilizadas para garantir o atendimento às vítimas e acompanhar os desdobramentos do incidente. O governo também determinou uma investigação rigorosa das circunstâncias que provocaram o colapso da ponte. Um procedimento administrativo foi instaurado para apurar responsabilidades e embasar as análises técnicas sobre as causas do acidente.
O Estado também tomou medidas judiciais emergenciais para assegurar respostas rápidas à população, incluindo ações voltadas à manutenção da mobilidade urbana e à proteção dos moradores da região impactada. As iniciativas abrangem o monitoramento permanente das condições de segurança da área, a adoção de medidas preventivas sugeridas pelos órgãos competentes e a articulação entre instituições estaduais e municipais para reduzir os efeitos causados pelo desabamento.
O governo reforça seu compromisso com a transparência, a elucidação dos fatos e, sobretudo, com o acolhimento das famílias e da população de Sena Madureira, mantendo toda a estrutura necessária para prestar assistência e garantir a segurança da comunidade.
Fonte: Agência de Notícias do Acre




























