TRAIÇÃO NO CONGRESSO: DEPUTADOS DO ACRE VIRAM AS COSTAS PARA O ELEITOR BOLSONARISTA
O Acre possui uma das bases eleitorais mais bolsonaristas do Brasil. Nas eleições de 2022, Jair Bolsonaro venceu no estado com 63,8% dos votos válidos, enquanto Lula obteve apenas 36,2%. Ou seja: quase dois terços dos acreanos escolheram o projeto conservador, de direita, de defesa da liberdade e oposição firme ao avanço autoritário do PT.
Foi nessa onda — e graças a ela — que diversos deputados federais do Acre chegaram ao Congresso. Todos eles enalteceram Bolsonaro, vestiram a camisa da direita e se apresentaram como defensores das liberdades, da justiça e da soberania popular.
No entanto, na votação do Projeto de Lei da Dosimetria (PL 2.162/23), que reduz as penas abusivas e politicamente infladas impostas aos manifestantes de 8 de Janeiro e pode beneficiar Jair Bolsonaro, condenado sem provas coerentes a um absurdo de 27 anos de prisão, parte dessa bancada se escondeu — ou pior — se voltou contra o próprio povo acreano.
Afinal, as manifestações de 8 de Janeiro não foram um golpe, mas sim atos políticos ostensivos, que geraram condenações desproporcionais, motivadas por perseguição judicial e manipulação narrativa do Regime Lulopetista.
😡 OS QUE VOTARAM CONTRA O POVO CONSERVADOR DO ACRE

❌ Meire Serafim (União Brasil) – O voto da traição
A deputada, esposa do ex-prefeito Mazinho Serafim, se elegeu abraçada à imagem de Bolsonaro. Frequentou eventos, pediu votos defendendo a direita e se apresentou como “oposição ao PT”.
Mas, na hora decisiva, virou as costas ao eleitorado que a colocou no Congresso.
Votou contra o PL da Dosimetria — e, portanto, contra os injustiçados do 8/1 e contra Bolsonaro.
Um ato que expõe uma profunda quebra de compromisso político e moral com o povo que confiou em sua lealdade.
❌ Socorro Neri (PP) – A máscara da conveniência cai
Ex-prefeita pelo PSB, com histórico de militância de esquerda, Socorro Neri sempre teve postura alinhada ao progressismo, ao estatismo e ao ideologismo universitário. Em 2022, surfou na onda conservadora do PP para se viabilizar eleitoralmente.
Agora, fez exatamente o que sua formação ideológica sempre indicou: votou contra o projeto.
Nenhuma surpresa — apenas a confirmação de que sua aproximação com o eleitorado bolsonarista foi oportunista e utilitária.
🟡 OS QUE FUGIRAM: A COVARDIA COMO MÉTODO POLÍTICO
Alguns parlamentares preferiram não assumir posição, tentando escapar do desgaste:
🟡 Eduardo Velloso (União Brasil)
🟡 José Adriano (PP)
Ambos não registraram voto, uma atitude que, no contexto político atual, é tão grave quanto votar contra o povo.
Não é neutralidade — é covardia parlamentar, cálculo eleitoral barato, medo de enfrentar o Regime Lulopetista e medo maior ainda de enfrentar o julgamento das urnas.
Os eleitores acreanos, majoritariamente conservadores, não se esquecerão.
🟢 OS QUE HONRARAM O VOTO CONSERVADOR
Apenas quatro deputados do Acre mantiveram coerência:
- Antônia Lúcia (Republicanos) – SIM
- Coronel Ulysses (União Brasil) – SIM
- Roberto Duarte (Republicanos) – SIM
- Zezinho Barbary (PP) – SIM
Foram firmes, coerentes e leais ao que defenderam nas eleições — e ao compromisso com o combate ao autoritarismo judicial e às injustiças impostas pelo Regime.
🔥 A LUTA SEGUE NO SENADO
Com a aprovação por 291 votos, o PL da Dosimetria segue agora para o Senado.
Se consolidado, corrigirá parte da distorção jurídica que criminalizou manifestantes e pretendeu destruir Bolsonaro politicamente.
O Brasil conservador acompanha.
O Acre — que rejeita a tirania petista — também.
Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações da Câmara dos Deputados.




























