O pré-candidato à Presidência da República pelo partido Novo, Romeu Zema, reagiu duramente a um gesto feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante evento no Palácio do Planalto, na última sexta-feira, 3 de julho. Para Zema, o movimento do presidente foi um desrespeito direcionado à população honesta e trabalhadora do país.
Na ocasião, Lula levantou o dedo médio enquanto discursava sobre o direito de pessoas de baixa renda a serviços de saúde de qualidade. O presidente afirmou que era preciso acabar com a ideia de que pobres não merecem itens de primeira linha e declarou: “Aqui para eles. Nós gostamos de coisa boa, queremos tudo de primeira”. O governo também anunciou investimentos nas áreas de educação, habitação e saúde.
Zema, no entanto, interpretou o gesto de forma negativa. “Esse dedo do meio que o Lula mostrou não é para o Comando Vermelho, nem para o PCC, nem para os corruptos e sim para nós, brasileiros do bem, trabalhadores, cristãos que discordamos de muita coisa que ele está fazendo lá em Brasília”, disse o ex-governador de Minas Gerais.
O político mineiro não detalhou quais seriam suas objeções específicas às medidas anunciadas. Ele seguiu com as críticas, afirmando que, no governo do PT, a população ou é alvo de gestos de desprezo ou é exposta a escândalos de corrupção sucessivos. “No Brasil do PT você escolhe: ou recebe um dedo do meio, ou escândalo de corrupção”, escreveu em publicação nas redes sociais.
Desde que deixou o governo mineiro para concorrer à Presidência, Zema tem adotado uma postura de forte oposição a Lula e ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ele também tem tecido críticas ao senador Flávio Bolsonaro (PL), embora por vezes demonstre alinhamento com o parlamentar.
Fonte: Metrópoles




























