Menu

TJAC participa do 13.º Encontro Nacional do Colégio de Ouvidores Judiciais

publicidade

Evento abordou temas como o uso das novas tecnologias, qualificação do atendimento aos cidadãos e acessibilidade

Ouvidor substituto do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), o desembargador Luís Camolez participou em Manaus (AM) do 13º Encontro Nacional do Colégio de Ouvidores Judiciais (Cojud). O evento debateu boas práticas e a uniformidade de procedimentos na gestão das ouvidorias de todo Brasil.

Dentre os destaques desta edição, realizada durante quatro dias seguidos (de 5 a 8 deste mês), a palestra do ouvidor-nacional de Justiça Marcello Terto, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o qual apresentou aos 43 representantes oficiais os números de 2025 das ouvidorias judiciais de todo o país.

De acordo com Luís Camolez, a proposta da iniciativa é fortalecer a atuação do Judiciário, tornando-o mais colaborativo, responsável, eficiente e alinhado às mudanças na sociedade e às demandas das pessoas. O desembargador representou o ouvidor-geral do TJAC, desembargador Júnior Alberto.

Programação

A atividade aconteceu inicialmente no Salão Rio Solimões, anexo ao Centro Cultural Palácio Rio Negro, no Centro e, em seguida, no Centro Cultural dos Povos da Amazônia, no bairro Crespo.

Leia Também:  Lugar de mulher é promovendo justiça e cidadania

O desembargador Altair Lemos de Júnior, presidente do Cojud, e o ministro Mauro Campbell, do Superior do Tribunal de Justiça (STJ), compartilharam reflexões sobre o papel, os avanços e os desafios da ouvidoria, especialmente na ampliação do acesso à justiça e na promoção da transparência. Durante o encontro, o desembargador Abraham Filho, ouvidor-geral do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM), foi aclamado novo presidente do Colégio.

Por meio de palestras, debates e painéis temáticos foram abordados assuntos dos mais relevantes, como o aprimoramento institucional e a qualificação da gestão pública. Também foram discutidos temas como “Assédio e Discriminação”, “Reforma Tributária e o Direito Fundamental Econômico”, “Eficiência da Justiça”, “Ouvidorias e Participação Popular”, “Sistema Nacional para as Ouvidorias Judiciais”, e “A Evolução Institucional das Ouvidorias de Justiça: Contexto, Estado da Arte e Potenciais”.

Leitura da carta de Manaus

No último dia (8/11) houve a leitura da Carta de Manaus (veja aqui), documento que consolidou as principais propostas discutidas e marcou o encerramento do 13º Encontro Nacional do Colégio de Ouvidores Judiciais. O ponto alto da carta foi incentivar a inclusão formal das ouvidorias na estrutura diretiva dos tribunais.

Leia Também:  TJAC promove projeto Infância Literária em alusão à Semana Nacional do Livro e da Biblioteca

O documento registrou que garantir autonomia administrativa e funcional é fundamental para se assegurar o caráter prático e pleno das atribuições institucionais dos setores. Essa medida possibilitaria, além disso, uma representatividade mais efetiva dos cidadãos diante do Sistema de Justiça.

A carta defende que é preciso se oferecer um atendimento qualificado aos cidadãos, por meio da escuta ativa em sintonia com as características sociais, regionais e culturais. Ademais, o texto destaca que a acessibilidade comunicacional, sobretudo para pessoas com deficiência, deve ser enfrentada com o uso das novas tecnologias.

Fotos:  Assessoria do TJAM e do TJMG

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade