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JUSTIÇATJAC lança rede estadual de Direitos Humanos com adesão da Polícia Civil

Tribunal de Justiça do Acre e Polícia Civil assinaram termo de cooperação para fortalecer o projeto Humanize, que amplia a proteção dos Direitos Humanos no estado.

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O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) e a Polícia Civil assinaram, nesta segunda-feira (12), um Termo de Cooperação Técnica para fortalecer as ações do projeto Humanize. A iniciativa visa estabelecer uma rede estadual de promoção e defesa dos Direitos Humanos, alinhada ao controle de convencionalidade no Sistema de Justiça acreano.

O presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, destacou que a rede está sendo construída com a participação de várias instituições, com o objetivo de capacitar e fortalecer os órgãos públicos, concretizando os compromissos assumidos pelo Brasil em 1992, quando aderiu aos tratados internacionais de proteção dos Direitos Humanos.

O juiz auxiliar da Presidência, Giordane Dourado, afirmou que a adesão da Polícia Civil é inédita e que o compromisso com os Direitos Humanos não enfraquece o trabalho policial, mas o reforça e dá credibilidade, integrando as forças de segurança à rede de Justiça. O delegado-geral da Polícia Civil, Pedro Buzolin, disse que a parceria está alinhada à atual gestão, que busca quebrar paradigmas e mudar a cultura institucional.

Além da Polícia Civil, já integram a rede a Defensoria Pública, a Ordem dos Advogados do Acre e, em breve, a Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sejusp). O secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, afirmou que a adesão ao projeto Humanize reforça práticas de cidadania e dignidade que já vinham sendo desenvolvidas pela pasta.

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O projeto Humanize prevê o desenvolvimento de uma solução de inteligência artificial, a Humanize IA, para alinhar as decisões judiciais acreanas ao Sistema Interamericano de Direitos Humanos. O Termo de Cooperação inclui a realização de congressos, seminários, pesquisas e capacitações para magistrados, defensores e servidores, além do compartilhamento de tecnologias e materiais especializados.

Fonte: TJ Acre

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