Presos pela Polícia Federal em 12 de setembro, por ordem do ministro André Mendonça, ambos são apontados como peças-chave em um esquema bilionário de descontos fraudulentos em benefícios previdenciários.
💰 O esquema
Segundo a PF, o Careca do INSS movimentou R$ 24,5 milhões em apenas cinco meses, com suspeita de repasses a servidores do INSS para facilitar os descontos. Em uma das operações, ele teria transferido R$ 7,5 milhões para empresas ligadas a Thaisa Hoffmann Jonasson, mulher do ex-procurador do órgão, Virgílio Ribeiro de Oliveira Filho.
Já o empresário Maurício Camisotti é acusado de atuar como sócio oculto em entidades envolvidas nas fraudes, sendo beneficiário direto do esquema.
⚖️ Repercussão política
O senador Carlos Viana destacou que a atuação da CPMI foi decisiva para o avanço das apurações:
“É bom lembrar que o inquérito só voltou a andar, com pedidos de bloqueios e de prisões, depois que a CPMI começou a jogar luz em toda essa vergonha da Previdência brasileira. Nosso objetivo é esse mesmo: fazer com que a investigação siga, que a justiça seja feita e que você saiba de tudo que está acontecendo nesse país com relação à Previdência Social”, afirmou.
Para ele, a decisão do STF fortalece a comissão:
“Nós não vamos ‘dar mole’. Vamos trabalhar”, completou.
📝 Julgamento
O julgamento ocorreu no plenário virtual da Segunda Turma do STF, composta por André Mendonça, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Edson Fachin e Nunes Marques. Até o momento, votaram pela manutenção das prisões os ministros Mendonça (relator), Nunes Marques e Fachin. Gilmar Mendes declarou-se impedido, enquanto o voto de Dias Toffoli ainda pode ser incluído até sexta-feira (3).
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Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações de Danúzio News / Gazeta do Povo / G1
Fux desafia Moraes novamente e pede absolvição de dois réus do 8 de janeiro no STF. Foto: Fellipe Sampaio/STF.






























