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SAÚDESetembro Amarelo e Vermelho: saúde mental e coração em foco

Campanhas alertam para prevenção do suicídio e doenças cardiovasculares, destacando que corpo e mente estão interligados.

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O mês de setembro é marcado por duas importantes campanhas de saúde pública no Brasil: o Setembro Amarelo, dedicado à prevenção do suicídio e à promoção da saúde mental, e o Setembro Vermelho, focado na conscientização sobre as doenças cardiovasculares. A união das iniciativas busca reforçar a relação entre o bem-estar emocional e a saúde do coração.

O Setembro Amarelo, movimento internacional, tem como objetivo quebrar tabus em torno do sofrimento psíquico, estimulando o diálogo aberto sobre emoções e a busca por apoio profissional. A campanha destaca a importância de identificar sinais de alerta e de oferecer acolhimento a pessoas em situação de vulnerabilidade. No Brasil, o Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio emocional gratuito pelo telefone 188, disponível 24 horas por dia.

Já o Setembro Vermelho chama a atenção para as doenças do aparelho circulatório, que estão entre as principais causas de óbito no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A prevenção envolve a adoção de hábitos como prática regular de exercícios físicos, alimentação equilibrada, abstenção do tabagismo e monitoramento periódico de indicadores como pressão arterial e níveis de colesterol. Os exames de rotina são fundamentais para a detecção precoce de fatores de risco.

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Especialistas alertam para a conexão entre o estresse e a ansiedade crônicos e o aumento da incidência de problemas cardiovasculares. O desequilíbrio emocional pode elevar a pressão arterial e sobrecarregar o coração. Ao mesmo tempo, a adoção de um estilo de vida saudável contribui para a estabilidade mental. As campanhas enfatizam que cuidar do corpo e da mente deve ser visto como um ato de autocuidado e amor-próprio.

A recomendação é que pessoas que sintam desconforto emocional persistente ou apresentem sintomas físicos como dores no peito, falta de ar ou fadiga extrema procurem atendimento nas Unidades Básicas de Saúde, nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) ou em serviços de emergência. O diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado são essenciais para a prevenção e o tratamento eficaz.

Fonte: Pref. Brasiléia

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