A pressão sobre a cúpula do Senado Federal atingiu seu ponto máximo nesta segunda-feira (19). O requerimento para a instalação da CPI do Banco Master, de autoria do senador Eduardo Girão (Novo-CE), alcançou 42 assinaturas — um número expressivo que representa mais da metade da Casa Alta. A comissão visa passar a limpo as fraudes, o balcão de negócios e as decisões “estranhas” do STF que tentaram blindar o banqueiro Daniel Vorcaro e seus operadores.
Para o eleitor do Acre, a notícia traz um componente de orgulho e clareza política: a bancada do estado no Senado demonstra compromisso total com a transparência. Diferente de parlamentares que se escondem sob o silêncio de Davi Alcolumbre, os representantes da nossa terra foram decisivos na consolidação do quórum.
🇧🇷 A Bancada Acreana
Enquanto alguns senadores preferem o “conforto” da omissão, o Acre mostra sua face conservadora e fiscalizadora. Confira quem assinou:
- Alan Rick (Republicanos-AC): Assinou o pedido, reafirmando sua postura contra o aparelhamento das instituições e a favor da moralidade no sistema financeiro.
- Márcio Bittar (PL-AC): Um dos primeiros a cobrar explicações, Bittar assinou o requerimento e tem sido uma voz ativa nas redes sociais e na tribuna, denunciando as ligações perigosas entre o Banco Master e setores do Judiciário.
- Sérgio Petecão (PSD-AC): Até o fechamento desta edição, o senador Petecão não consta na lista oficial dos signatários da CPI de Eduardo Girão, embora tenha feito críticas pontuais ao Banco da Amazônia em episódios passados.
📈 Raio-X das Assinaturas por Partido
A CPI conta com um apoio plural, mas a força motriz vem do bloco de oposição e de independentes que rejeitam a captura do Estado por interesses privados. Veja a distribuição:
| Partido | Quantidade de Assinaturas |
| PL (Partido Liberal) | 12 |
| Republicanos | 5 |
| MDB | 4 |
| PSD | 4 |
| Podemos | 4 |
| PP | 3 |
| PSDB | 3 |
| PSB / PT / Outros | 7 |
⚖️ O Próximo Passo
Com as assinaturas garantidas, a bola está com Davi Alcolumbre. Ele terá que ler o requerimento na primeira sessão deliberativa, em 1º de fevereiro. O silêncio do presidente do Senado é visto como uma tentativa de proteger aliados envolvidos no escândalo, mas a “onda verde e amarela” de assinaturas torna o engavetamento politicamente insustentável.
Redação | Portal Acre Conservador
*Com informações de Jovem Pan






























