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💰 ECONOMIA E ESTADO

Regime de Lula bate recorde de arrecadação e castiga contribuinte

Receita Federal registra maior valor da história em setembro, impulsionada por aumento de impostos e IOF
Arrecadação federal atinge recorde de R$ 216,7 bilhões em setembro e soma R$ 2,1 trilhões no ano. Foto: Reprodução redes sociais.

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📈 Recorde histórico de arrecadação

A arrecadação federal somou R$ 216,7 bilhões em setembro, o maior valor já registrado para o mês desde o início da série histórica da Receita Federal, em 1995. Em termos reais, houve alta de 1,43% em relação a 2024, consolidando também um recorde anual: R$ 2,1 trilhões entre janeiro e setembro de 2025.

Segundo o órgão, o desempenho foi impulsionado por mudanças no IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e pelo aumento da tributação sobre fundos de renda fixa e Juros sobre Capital Próprio (JCP).

💸 O peso dos impostos e o avanço do Estado

Embora o governo apresente o resultado como sinal de “recuperação fiscal”, analistas conservadores destacam que o crescimento se deu à custa do contribuinte. O aumento da arrecadação não vem de maior eficiência administrativa, mas do aumento da carga tributária e da expansão do poder arrecadatório do Estado.

O IOF saltou 33,4%, alcançando R$ 8,46 bilhões no mês — um reflexo direto das alterações legais recentes e da busca do governo por novas fontes de receita. Enquanto isso, impostos sobre o lucro empresarial, como IRPJ e CSLL, caíram 4,23%, revelando o impacto das políticas fiscais sobre o setor produtivo.

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🏛️ Um Estado voraz e uma economia que resiste

No acumulado de 2025, o governo já arrecadou R$ 2,1 trilhões, um crescimento real de 3,49%. A receita previdenciária também subiu 3,16%, impulsionada pela formalização no mercado de trabalho.

Porém, as renúncias fiscais (incentivos e isenções) alcançaram R$ 90,9 bilhões no ano — mostrando que o governo compensa subsídios pontuais com maior tributação geral, mantendo um modelo concentrador e dependente da máquina pública.

Apesar do discurso de responsabilidade fiscal, o déficit projetado para 2025 foi revisado para R$ 30,2 bilhões, e a meta de “déficit zero” ainda é vista com ceticismo.

⚖️ O paradoxo do “equilíbrio fiscal”

Enquanto o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, celebra o desempenho da arrecadação, economistas alertam que o verdadeiro equilíbrio fiscal não se mede pelo quanto o Estado arrecada, mas pelo quanto ele gasta e pelo quanto permite o crescimento do setor produtivo.

O aumento constante de impostos e o intervencionismo econômico reduzem a competitividade, sufocam empreendedores e inibem investimentos — elementos essenciais para o desenvolvimento real e duradouro.

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🧭 O que está em jogo

O recorde de arrecadação mostra que o Estado continua crescendo, enquanto o cidadão paga a conta.

Para o Brasil alcançar prosperidade, é preciso menos impostos, menos burocracia e mais liberdade econômica — princípios que têm mostrado resultados positivos em países de visão liberal e conservadora, como Chile e Argentina sob Javier Milei.

Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações de Danúzio News / Poder360 / CNN / InfoMoney.

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