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FENÔMENO IMOBILIÁRIO

Documentos revelam que Xandão e esposa investiram R$ 23,4 milhões em imóveis "à vista"

Levantamento aponta que patrimônio total do casal chega a R$ 31,5 milhões; Transações milionárias em dinheiro vivo e depósitos imediatos levantam questionamentos sobre a evolução patrimonial do ministro do STF.
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A FORTUNA DOS TIJOLOS

🚨 Um levantamento detalhado em cartórios de registros de imóveis, revelado inicialmente pela Band News e aprofundado pelo jornalista Claudio Dantas, expôs uma realidade financeira que destoa da maioria dos servidores públicos brasileiros, inclusive da elite do Judiciário. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, realizaram investimentos imobiliários vultosos nos últimos cinco anos, somando R$ 23,4 milhões pagos à vista.

  1. O “boom” patrimonial de R$ 31,5 milhões

De acordo com os registros públicos, o patrimônio imobiliário do casal saltou para a casa dos R$ 31,5 milhões. O que chama a atenção de especialistas em compliance e analistas políticos não é apenas o montante, mas a modalidade de pagamento utilizada em diversas escrituras:

Pagamentos imediatos: Diferente da maioria dos brasileiros que recorre ao financiamento habitacional de longo prazo, as aquisições do casal Moraes foram liquidadas sem parcelamentos bancários.

Localizações de luxo: Os imóveis estão situados em áreas nobres de São Paulo e outros centros valorizados, consolidando uma carteira imobiliária de alto padrão.

  1. O escritório de advocacia e o conflito de interesses
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A defesa do ministro e de sua esposa costuma atribuir a evolução patrimonial ao sucesso do escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados. No entanto, críticos e parlamentares da oposição levantam dúvidas sobre a ética dessas receitas:

Clientes ocultos: Muitos questionam se o escritório recebeu honorários de partes que possuem processos sob a relatoria do ministro no STF ou no TSE.

Evolução acelerada: O ritmo de aquisições (quase R$ 5 milhões por ano apenas em imóveis à vista) é considerado “fora da curva” até mesmo para os maiores escritórios de advocacia do país.

  1. O silêncio da receita e dos órgãos de controle

Enquanto cidadãos comuns e empresários do agronegócio acreano são submetidos a fiscalizações rigorosas por qualquer movimentação atípica, o montante de R$ 23,4 milhões em transações à vista parece não ter acionado os alertas do COAF ou da Receita Federal de forma efetiva até o momento.

Pressão no Congresso: Senadores da ala conservadora já estudam pedir uma auditoria detalhada sobre a evolução patrimonial de membros da alta corte, citando o caso Moraes como o “exemplo número um” da necessidade de fiscalização externa sobre o Judiciário.

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Dois pesos e duas medidas

A questão aqui não é a riqueza em si, mas a origem e a transparência. Um ministro que detém o poder de prender, censurar e decidir o destino da nação deve estar acima de qualquer suspeita. Como explicar ao trabalhador acreano, que luta para pagar a prestação de sua casa, que um ministro gasta milhões “em cash”? A transparência que o STF exige das redes sociais deveria começar pelos extratos bancários de seus próprios integrantes. 🛡️🇧🇷

Redação Portal Acre Conservador
*Com informações da Band News e Claudio Dantas.

Imagem: reprodução internet

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