No mês de março, foi lançada campanha nacional “A violência não mora aqui” de enfretamento à violência doméstica
A violência doméstica contra a mulher quase nunca começa com gritos ou agressões físicas. Ela começa com pequenos gestos, frases que parecem inocentes, atitudes que se repetem até criar um ambiente de controle, isolamento e medo. Neste mês de março, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou a campanha “A violência não mora aqui”, que, em sua primeira semana, busca ajudar a sociedade a identificar esses sinais e entender como agir diante deles. O material foi divulgado na rede social do Tribunal de Justiça do Acre: já curtiu?
A ideia é que todos — familiares, vizinhos, amigos e amigas, colegas de trabalho e as próprias meninas e mulheres — saibam reconhecer os alertas. Muitas pessoas convivem por tanto tempo com comportamentos abusivos que acabam achando normal o que não é, por isso identificar a violência nem sempre é simples.

E vale lembrar:
- Os abusos não acontecem apenas em relações heterossexuais, nem apenas entre relacionamentos amorosos.
- A Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340) pode ser aplicada em diferentes tipos de relação: por exemplo, na relação das empregadas domésticas com família para quem trabalham; nos vínculos entre avós e netos; entre tios, primos, companheiros, namorados e ex-parceiros, e até mesmo nas relações entre pai ou mãe e filha.
Aprenda a identificar os tipos de violência
Violência psicológica, violência patrimonial recorrente, ameaça… Ao perceber os sinais, é fundamental buscar apoio de pessoas próximas ou recorrer à rede de atendimento especializada em violência contra a mulher, tais como Ligue 180, Delegacias especializadas, Casas da Mulher Brasileira, CREAS, CRAM, Ministério Público, Defensoria Pública e Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC



























