🔥 Queimadas na Amazônia explodem, mas velha imprensa silencia para proteger governo que antes acusava
O ano de 2024 registra o segundo maior índice de queimadas no Brasil desde 1985, com mais de 30 milhões de hectares atingidos pelo fogo — um aumento de 62% em relação à média histórica dos últimos 40 anos. A situação é ainda mais alarmante na Amazônia, que sozinho respondeu por 15,6 milhões de hectares queimados, o maior volume já registrado no bioma.

Os dados constam do Relatório Anual do Fogo (RAF), divulgado pelo Mapbiomas, e evidenciam um paradoxo: o atual governo federal, que passou quatro anos acusando a gestão anterior de destruir a Amazônia e atacar povos indígenas, agora acumula recordes ambientais negativos — sob o manto de silêncio da grande imprensa.
Em 2024, pela primeira vez, as florestas amazônicas superaram as pastagens como vegetação mais atingida pelo fogo. Outros biomas também sofreram drasticamente:
O Pantanal teve um aumento de 157% em relação à média histórica.
A Mata Atlântica registrou 261% acima da média, atingindo 1,2 milhão de hectares.
Quase um terço de toda a área queimada se concentrou em “mega eventos de fogo”, com mais de 100 mil hectares cada.

📉 A farsa ambiental revelada
O dado concreto desmonta a retórica ambientalista da atual gestão, que foi usada como arma política contra o governo anterior. O atual presidente e aliados sustentaram uma narrativa internacional de que estavam “salvando a Amazônia”. No entanto, a realidade dos números mostra que a destruição avançou ainda mais em seu mandato, inclusive em áreas sensíveis e protegidas.
A imprensa tradicional, que antes fazia cobertura em tempo real de focos de incêndio na floresta, hoje ignora ou relativiza a gravidade dos novos dados. Uma prova de como a militância política muitas vezes substitui o jornalismo isento.
🌐 O silêncio cúmplice e a responsabilidade seletiva
Mais do que a tragédia ambiental, o cenário revela o paradoxo da esquerda ambientalista e de seus aliados ideológicos: silenciam diante de seus próprios erros, enquanto condenavam severamente seus adversários. A realidade impõe um questionamento honesto: a preocupação é com o meio ambiente ou com o uso político da pauta ambiental?
A resposta parece clara. Faltam transparência, coerência e prestação de contas. Sobram propaganda e conveniência.
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Fonte: Brasil Paralelo
Foto:Ana Jaguatirica/CENARIUM
O Bioma amazônico, sozinho, respondeu por 15,6 milhões de hectares queimados, o maior volume já registrado. (Foto: Raphael Alves/EFE)































