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📌 SEGURANÇA PÚBLICA

Projeto devolve ao policial decisão sobre uso de algemas

📝 Comissão da Câmara aprova texto que fortalece a autoridade policial e impede restrições administrativas ao uso de algemas
Comissão aprova projeto que devolve ao agente a decisão sobre uso de algemas. Foto: reprodução internet.

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👮‍♂️📜 Nova regra busca garantir segurança jurídica e conter ativismo judicial contra policiais

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou, nesta semana, um projeto de lei que pode transformar profundamente o cotidiano dos agentes de segurança: o texto devolve ao policial a decisão final sobre o uso de algemas na condução de presos — sem a interferência de normas administrativas, resoluções ou interpretações subjetivas de tribunais.

A medida, relatada pelo deputado Delegado Ramagem (PL-RJ), contraria a tendência dos últimos anos, marcada por crescente restrição institucional ao trabalho policial, motivada por decisões judiciais que muitas vezes desconsideram a realidade das ruas e colocam vidas em risco.

⚖️ O que muda com o projeto?

Hoje, o uso de algemas é regulado pela Súmula Vinculante 11 do STF e pelo Decreto 8.858/16, ambos concebidos sob forte influência de grupos e ministros alinhados a uma visão de “desconfiança” da ação policial. Esses dispositivos estabelecem que o uso de algemas é excepcional, exigem justificativas detalhadas por escrito e permitem punição do agente caso um juiz entenda que houve “abuso”.

O projeto aprovado derruba essa lógica.

Ele estabelece que:

  • a decisão passa a ser exclusivamente do policial, conforme a avaliação da situação concreta;
  • não poderão existir restrições administrativas (portarias, resoluções, manuais ou decisões internas que limitem o uso);
  • questionamentos judiciais durante audiências de custódia devem ser baseados apenas em provas objetivas, e não em suposições ideológicas;
  • o policial passa a ser presumido em boa-fé, não em má-fé — como vinha ocorrendo sistematicamente.
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Segundo Ramagem, a proposta combate “entendimentos jurisprudenciais enviesados”, que têm inibido o trabalho policial e estimulado criminosos a se sentirem intocáveis.

🚓 Segurança para quem protege: um acerto estratégico

O policial em serviço lida com situações de risco real e imediato.

A necessidade de algemar um suspeito não é um capricho: é uma medida de preservação da própria vida, da vida do preso e da população.

Ao exigir justificativas extensas ou restringir o uso, o Estado criava um cenário em que o agente precisava escolher entre:

  • correr risco de morrer, não usando algemas;
  • ou correr risco de ser punido, usando-as.

Esse tipo de ambiente hostil à atividade policial sempre serviu ao criminoso — e nunca ao cidadão de bem.

🏠📹 Mudança também na entrada consentida em residências

O projeto altera ainda o Código de Processo Penal para validar provas obtidas quando a polícia entrar em residências ou comércios com consentimento do morador, desde que esse consentimento seja gravado em áudio ou vídeo.

A medida é um avanço para evitar alegações falsas de abuso e anulações de provas, uma prática recorrente utilizada por advogados e setores do Judiciário que tentam inviabilizar operações.

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🔜 Próximas etapas

O texto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJC).

Se aprovado, vai ao plenário da Câmara e depois ao Senado.

🧭 Linha conservadora: por que isso importa?

Para o Portal Acre Conservador, a aprovação do projeto representa:

  • resgate da autoridade policial, enfraquecida por anos de ativismo judicial;
  • proteção da sociedade, que depende de uma polícia que possa agir sem medo de punições ideológicas;
  • fortalecimento do Estado de Direito, onde quem cumpre a lei deve ser defendido — não perseguido;
  • restauração da ordem, em momento em que facções criminosas se expandem sob a complacência de setores políticos ligados à esquerda.

A medida reconhece que o policial é parte essencial da defesa das liberdades individuais, e não um inimigo do cidadão, como querem fazer crer certos grupos progressistas.

Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações da Câmara dos Deputados.

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