O técnico Carlo Ancelotti justificou a decisão de manter o atacante Endrick no banco de reservas durante a partida de estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026, contra o Marrocos. O jogo, disputado no MetLife Stadium, terminou em empate por 1 a 1.
O jovem de 19 anos não entrou em campo em nenhum momento, enquanto Igor Thiago foi o escolhido para comandar o ataque da Seleção Brasileira. Durante a coletiva de imprensa após o confronto, Ancelotti foi questionado sobre os motivos que o levaram a não utilizar o atleta.
— Eu não estou aqui para falar individualmente de um jogador, falo da equipe. A equipe no primeiro tempo não jogou bem, no segundo tempo foi melhor. Tivemos algumas oportunidades. Temos que acertar mais — declarou o treinador italiano.
A torcida presente no estádio chegou a pedir a entrada de Endrick com gritos vindos das arquibancadas durante a etapa final. O atacante tem números expressivos pela seleção principal: cinco participações diretas em gols, sendo quatro gols marcados e uma assistência.
Em todas as ocasiões em que Endrick participou de um gol, a Seleção Brasileira estava empatando ou perdendo no segundo tempo. O jovem se mostrou decisivo em momentos críticos, ajudando o time a vencer ou evitar a derrota.
Ancelotti preferiu destacar o desempenho coletivo e reconheceu que o Brasil precisa melhorar. O primeiro tempo foi abaixo do esperado, mas a equipe conseguiu uma reação na segunda etapa, criando algumas chances sem, no entanto, converter em vitória.
A ausência de Endrick gerou debate entre comentaristas e torcedores, que veem no jovem uma peça importante para momentos de pressão. O próximo compromisso da Seleção será contra a Argentina, no dia 25 de junho, em Buenos Aires.
Fonte: NSC Total




























