Na manhã desta quinta-feira, 11, o estacionamento da Cidade da Justiça, em Rio Branco, recebeu um mutirão de doação de sangue organizado pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) em parceria com o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Acre (Hemoacre). A iniciativa contou com apoio da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Acre (OAB-AC), Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ministério Público do Estado (MPAC), Procuradoria-Geral do Estado (PGE-AC) e Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC). O objetivo foi ampliar o número de doadores e reforçar o estoque de sangue do estado.
A coordenadora da Coordenadoria de Bem-Estar e Saúde (Cobes) do TJAC, Dala Nogueira, informou que a mobilização foi realizada internamente, com visitas às salas da comarca e convite do desembargador-presidente do TJAC, Laudivon Nogueira. “É uma preocupação e um compromisso que temos em atender à demanda do Hemoacre e também em ajudar nosso próximo”, afirmou. A coleta ocorreu das 8h às 12h, e a fila formada demonstrou o engajamento dos participantes.
O servidor Jorge Ribeiro, da Secretaria de Infraestrutura e Atendimento ao Usuário (Seinf), foi o primeiro a chegar para se cadastrar como doador regular. Ele já havia doado na terça-feira, 9, na sede do Hemoacre, mas não pôde repetir o gesto por causa do intervalo mínimo de dois meses para homens. “Depois que eu descobri que uma bolsa de sangue pode salvar até quatro vidas, passei a me disponibilizar. É gratificante fazer parte dessa corrente”, comentou. A triagem e a coleta seguiram os protocolos do Hemoacre, que exige idade entre 16 e 69 anos, peso mínimo de 50 kg, documento de identificação e sono de ao menos seis horas nas últimas 24 horas.
A terceirizada Helen Rúbia Bastos da Costa, que atua nas varas cíveis e juizados, destacou a facilidade proporcionada pelo mutirão. “Esses projetos que vão até o local são importantes, porque deram a oportunidade que eu já queria de ser doadora”, disse. Já Thalita Figueiredo, servidora do TCE-AC que participou com outros 14 colegas, ressaltou que “todo sangue é disponível para ser doado, não tem tipo certo”. O estagiário Matheus Oaskes completou: “Cinco minutos que você tira do seu tempo podem salvar quatro vidas ou mais”. O mutirão contou ainda com uma mesa de café da manhã para os doadores após a coleta.
Fonte: TJ Acre




























