Pouco mais de uma semana após a megaoperação que desmantelou o poder armado do Comando Vermelho nas favelas do Rio de Janeiro — resultando em mais de uma centena de prisões, 93 fuzis apreendidos e 117 criminosos mortos em confronto —, o chefe do regime, Luiz Inácio Lula da Silva, tenta agora reescrever a narrativa dos fatos. Em pronunciamento oficial, Lula classificou a operação como uma “matança”, e não como uma vitória do Estado sobre o crime organizado. A fala foi recebida com perplexidade por autoridades de segurança e por grande parte da população, que interpretou a ação como um passo histórico no enfrentamento ao narcotráfico.
🧨 A contradição é evidente
Enquanto o Planalto anuncia um suposto “pacote anti-facção”, a lei sancionada traz, de forma silenciosa, um artigo que reduz as penas para indivíduos identificados como membros de organizações criminosas — um contrassenso jurídico e moral que favorece justamente aqueles que desafiam o Estado e impõem o terror nas comunidades.
Com essa manobra, o governo Lula reforça o modus operandi que já se tornou marca registrada do regime lulopetista: um discurso público de combate ao crime e uma prática de leniência disfarçada, que enfraquece as forças policiais e oferece respaldo indireto às facções.
📉 A resposta do povo
A tentativa de transformar criminosos fortemente armados em “vítimas” encontra pouca aderência popular. Uma pesquisa da AtlasIntel revelou que 87,6% dos moradores das favelas do Rio de Janeiro apoiaram a operação policial, um dado que desmonta a tese de “extermínio” propagada por setores da esquerda e pela militância do governo. Esses moradores, que convivem diariamente com o domínio do tráfico, sabem que o verdadeiro massacre é o da liberdade, imposto há décadas pelas facções.
⚖️ Ainda assim, o governo insiste em relativizar a ação policial, abrindo espaço para um perigoso revisionismo que iguala criminosos e agentes da lei. A estratégia é clara: enfraquecer a narrativa de segurança pública, demonizar as forças de ordem e consolidar um Estado complacente com o narcotráfico, dentro e fora das fronteiras.
👁🗨 O contraste entre o discurso oficial e as ações práticas
O regime lulopetista já não se preocupa em esconder suas afinidades ideológicas. Enquanto a propaganda fala em “paz social” e “justiça”, a realidade aponta para um projeto que normaliza o crime, desarma a sociedade e ataca quem ousa enfrentá-lo.
🔍 A mesma semana que trouxe a operação policial mais eficaz dos últimos anos também expôs o verdadeiro inimigo da segurança pública: um governo que protege criminosos e criminaliza quem os combate. A retórica da “matança” não é um deslize — é parte de um plano maior de desmoralização das instituições de segurança e da substituição dos valores que sustentam a ordem e a justiça.
Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações da Jovem Pan





























