Menu

CANALHAS NOJENTOS

Lula avança em lei para censurar redes sociais

Projetos do governo impõem censura às Big Techs e blindam aliados de escândalos e críticas da oposição
Há poucos motivos para manter a esperança de salvação para o Brasil. Nosso destino é obscuro, hoje, e só com ajuda poderemos sair do flagelo do autoritarismo nefasto. Foto: internet.

publicidade

O cerco às Big Techs e a censura lulopetista: quem realmente se beneficia?

O governo Lula tenta vender ao país a ideia de que dois novos projetos de lei para regulamentar as grandes empresas de tecnologia — as chamadas Big Techs — são instrumentos para “proteger a democracia, a soberania nacional e grupos vulneráveis”. Na prática, contudo, trata-se de uma manobra para ampliar o controle do Estado sobre as redes sociais e silenciar a oposição, especialmente no momento em que os escândalos do lulopetismo começam a se acumular: fraudes no INSS, rombo fiscal apesar de arrecadação recorde, destruição econômica dos Correios, gastos excessivos e alinhamento com ditaduras e grupos terroristas internacionais.

🎭 A cortina de fumaça: o falso discurso da proteção

Os textos apresentados pelo governo trazem termos nobres, como “combate ao ódio” ou “segurança digital”, mas na prática impõem poder de polícia às plataformas digitais, obrigando-as a censurar conteúdos considerados incômodos ao regime.

Na lista do que seria “ameaça à democracia”, cabem justamente as denúncias contra abusos do STF, perseguições políticas contra conservadores e revelações de escândalos de figuras-chave do governo.

🕵️‍♂️ Quem ganha com isso?

Os principais beneficiados não são os brasileiros, mas sim os aliados de Lula dentro do Congresso e do Judiciário:

  • Hugo Motta (presidente da Câmara Federal) – Seu pai, prefeito na Paraíba, foi alvo da PF logo após Motta sinalizar apoio à anistia dos presos políticos do 8 de janeiro. Rapidamente recuou, revelando o nível de chantagem usado contra sua família.
  • Davi Alcolumbre (presidente do Senado) – Já deixou claro que, mesmo com apoio unânime dos 81 senadores, não abriria processo de impeachment contra Alexandre de Moraes. Sua postura de submissão escancara a aliança de conveniência entre o lulopetismo e o magistrado sancionado internacionalmente pela Lei Magnitsky, por violações de direitos humanos, censura e perseguição política.
Leia Também:  CCJ mantém mandato de Zambelli

Esses projetos de lei seriam, portanto, um seguro político para manter essas figuras blindadas contra críticas, investigações e exposição pública de suas relações com os abusos do poder.

⚖️ O Judiciário como parceiro da censura

O ministro Alexandre de Moraes, que conduz inquéritos secretos e aplica sanções arbitrárias contra jornalistas, opositores e parlamentares conservadores, é peça central desse tabuleiro. Ao mesmo tempo em que se coloca como “guardião da democracia”, atua como censor-mor do Brasil.

Agora, com os projetos de Lula, terá uma legislação feita sob medida para dar respaldo jurídico àquilo que hoje pratica à margem da Constituição.

🌍 O contraste internacional

Enquanto Moraes já é alvo de sanções nos Estados Unidos e enfrenta questionamentos de eurodeputados por suas violações à liberdade de expressão, no Brasil o governo Lula busca consolidar o modelo de censura, travestido de proteção social.

Na prática, o Brasil se aproxima mais de regimes autoritários como Nicarágua, Venezuela e Irã, parceiros escolhidos pelo atual presidente, e cada vez mais distante das democracias livres.

Leia Também:  Fernando Haddad usa frase de cunho nazista e ninguém fala nada.

🚨 O Brasil sob autocracia judicial e censura estatal

O país vive um momento de chantagem institucional: o Executivo e o Legislativo se submetem a um Judiciário autoritário, enquanto a liberdade de expressão é asfixiada sob a desculpa da proteção da democracia.

As novas leis de Lula não são para proteger crianças, mulheres ou minorias. São para proteger políticos aliados e impedir que a verdade sobre corrupção, abusos de poder e perseguições seja revelada.

🔎 Resta à sociedade conservadora e livre denunciar esse avanço da censura e resistir à transformação do Brasil em um Estado policial digital, onde o governo escolhe quem pode falar e quem deve ser silenciado.

Reportagem | Portal Acre Conservador

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade