A Seleção Brasileira ainda não assegurou matematicamente a vaga na segunda fase da Copa do Mundo 2026, mas a situação está bastante favorável. Caso empate com a Escócia na próxima quarta-feira (24), o Brasil garante a classificação em segundo lugar do Grupo C. Diante deste cenário, uma análise do NSC Total mapeou os potenciais adversários no mata-mata.
O estudo, conduzido pelo economista Bruno Imaizuimi, do portal ge, indica que o Brasil poderá cruzar com até seis seleções diferentes na etapa seguinte. As probabilidades foram calculadas com base nos resultados e nas configurações dos grupos.
Os adversários mais prováveis saem do Grupo F. A Holanda lidera as chances, com 34,7%, seguida pelo Japão, que aparece com 28,4%. A Suécia vem em terceiro, com 19%. Esses três times são os que têm maior probabilidade de enfrentar o Brasil caso a equipe canarinho termine na segunda posição do Grupo C.
Caso o Brasil fique em terceiro lugar no grupo, os adversários mudam. Nessa condição, a Alemanha surge como opção com 9,8% de chance, e o México com 8,1%. A França, com apenas 0,01%, é a menos provável entre as possibilidades, mas ainda não está descartada.
Vale destacar que, no Mundial de 2026, os oito melhores terceiros colocados avançam para os 16 avos de final. Se o Brasil terminar em terceiro e estiver entre esses oito, poderá enfrentar o líder do Grupo I, que ainda está indefinido, mas com a França como principal candidata.
O levantamento leva em conta todas as combinações possíveis de resultados até o momento, oferecendo um panorama das rotas que o Brasil pode tomar na competição. A expectativa é de que os próximos jogos definam com mais clareza os cenários.
Fonte: NSC Total





























