O dólar comercial abriu a semana com desvalorização discreta, negociado a R$ 5,06, uma queda de 0,12% em relação ao fechamento anterior. A variação é tão pequena que indica estabilidade no câmbio, refletindo um mercado sem grandes tensões.
O movimento acompanha a tendência internacional. O índice DXY, que compara o dólar com seis moedas fortes como euro, iene e libra, recuava 0,17% pela manhã, aos 99,74 pontos, sinalizando menor procura pela divisa americana.
A notícia que anima os investidores é a retomada do diálogo entre Estados Unidos e Irã, embora tentativas anteriores de acordo duradouro tenham fracassado. No fim de semana, a Opep+ confirmou o aumento da oferta global de petróleo para setembro, o que reforça a perspectiva de alívio nas tensões no Oriente Médio.
Com esse cenário, os preços do barril caem forte: o Brent, referência internacional, desvaloriza 5,58%, para US$ 83,02, enquanto o WTI, usado nos EUA, recua 6,65%, a US$ 79,04. Isso tende a reduzir pressões inflacionárias e diminui a atratividade do dólar como porto seguro.
No Brasil, o foco da semana é a reunião do Copom, que decide a nova taxa Selic na quarta-feira. O anúncio pode mexer com o mercado de câmbio, dependendo do tom do comunicado e das projeções para os juros futuros.
Fonte: Metrópoles


























