O senador Márcio Bittar (PL-AC) usou o Plenário nesta terça-feira (16) para criticar duramente a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro foi sentenciado a 27 anos e três meses de prisão pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado de Direito, organização criminosa, dano qualificado e deterioração do patrimônio público.
Bittar classificou a decisão como uma injustiça e lembrou que até mesmo o ministro Luiz Fux já havia se manifestado contra o processo:
“Bolsonaro preso, humilhado, com a esposa e a filha, praticamente presas com ele numa casa, onde, no quintal, está a polícia. O Supremo julgou e condenou inocentes. Eles, sim, burlaram a lei.”
🕊️ Indignação com assassinato de conservador
O parlamentar também comentou o assassinato do ativista de direita norte-americano Charlie Kirk. Para ele, a postura de figuras públicas brasileiras, como o jornalista Eduardo Bueno, que ironizaram a morte, revela “maldade e falta de humanidade”:
“Como é que pessoas falam e fazem festa em assassinato? Não dá para entender. Isso é de uma loucura que não é a legislação que vai corrigir, não; essa loucura se corrige com Deus.”
🌱 Críticas a Marina Silva
No mesmo discurso, Bittar voltou sua atenção à política ambiental do governo. Ele criticou o veto presidencial a um trecho da Lei 15.190/2025, sobre licenciamento ambiental, que permitiria o asfaltamento de rodovias na Amazônia. O senador lamentou a decisão e apontou diretamente para a ministra Marina Silva, responsabilizando-a por atrasar o desenvolvimento da região.
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Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações da Agência Senado



























