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CAMPANHASAgosto Lilás e Agosto Dourado: campanhas de proteção à mulher e incentivo à amamentação

Agosto reúne campanhas de enfrentamento à violência contra a mulher e de promoção da amamentação. Entenda as ações e onde buscar ajuda.

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O mês de agosto concentra no Brasil duas campanhas de saúde e direitos: o Agosto Lilás, de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, e o Agosto Dourado, de incentivo ao aleitamento materno. As iniciativas ocorrem simultaneamente ao longo do oitavo mês do ano.

O Agosto Lilás foi instituído em referência à Lei Maria da Penha (nº 11.340), sancionada em 7 de agosto de 2006. O texto legal tipifica cinco formas de violência: física, com agressões à integridade corporal; psicológica, incluindo ameaças, humilhações e controle; sexual, com qualquer conduta que force a participação em ato não desejado; patrimonial, que envolve retenção ou destruição de documentos e bens; e moral, abrangendo calúnia, difamação ou injúria.

Em caso de violência, a Central de Atendimento à Mulher, no número 180, funciona 24 horas em todo o território nacional, com atendimento gratuito e confidencial. Situações de emergência podem ser reportadas à Polícia Militar pelo telefone 190.

O Agosto Dourado utiliza a cor dourada como referência ao leite materno, considerado o padrão ouro da alimentação infantil. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de vida e complementado até os 2 anos ou mais.

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Entre os benefícios do leite materno estão o fornecimento de anticorpos, o auxílio no crescimento saudável, a prevenção de doenças crônicas como obesidade e diabetes, o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho e a recuperação uterina no pós-parto, além da redução do risco de câncer de mama e ovário para a mulher.

Para que a amamentação seja efetiva, a rede de apoio é considerada essencial. Familiares e parceiros podem auxiliar em tarefas domésticas e oferecer suporte emocional. Empresas e poder público têm papel no respeito aos direitos da trabalhadora, como licença-maternidade e pausas para amamentação, e na disponibilização de locais adequados.

As duas campanhas convergem no princípio de que a mulher deve ser acolhida, protegida e respeitada em todas as etapas da vida, tanto no combate à violência quanto na promoção da saúde infantil e materna.

Fonte: Pref. Acrelândia

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